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Smart Cities? Sim, com a ajuda da inteligência artificial

Smart Cities? Sim, com a ajuda da inteligência artificial

O avançar da tecnologia trouxe inúmeros benefícios aos mais diversos setores da sociedade. Com as chamadas tecnologias inteligentes, os serviços ficaram mais acessíveis, produtos podem ser adquiridos no conforto de casa, o trabalho pode ser realizado remotamente, enfim, uma série de passos dados que elevaram a vida em sociedade para um patamar mais tecnológico.

Contudo, não foram só os setores da sociedade que ficaram mais inteligentes. Os próprios locais onde vivemos, principalmente as grandes cidades, também deram um salto enorme no que toca a tecnologia.

Esta evolução levou então ao conceito de Smart Cities, ou em bom português, Cidades Inteligentes. Mas, cidades inteligentes até que ponto? Ficou curioso? É isso que exploramos neste artigo.

O que são smart cities?

São cidades que potenciam o seu desenvolvimento urbano sustentável graças à aplicação de novas tecnologias, com três objetivos principais: melhorar a eficiência energética, reduzir as emissões de CO₂ e aumentar o bem-estar dos cidadãos.

No fundo, é desenvolver e aplicar soluções tecnológicas para que a vida diária, as deslocações, o consumo, as ligações e interações, sejam mais ágeis, sem custo para a vida pessoal, profissional e ambiental.

Como funcionam?

Com efeito, uma Smart City tem então o seu principal motor na utilização da inovação e do potencial tecnológico como ferramentas de transformação e de melhoria da qualidade de vida.

Mas como? Ao nível técnico são desenvolvidas aplicações e integrações com o objetivo a tornar tudo isto possível. Sendo que a inteligência artificial desempenha um papel fundamental neste processo. Por exemplo:

  • Permite a leitura de dados sobre edifícios, no sentido da sua manutenção e do próprio funcionamento;
  • Instalações de sistemas de trânsito e segurança rodoviária, com o objetivo de melhorar trânsito urbano. Em 2020, a Zona Livre Tecnológica de Matosinhos realizou um teste neste sentido, com o desenvolvimento de um sensor para detetar infrações de estacionamento;
  • Gestão em tempo real de diferentes áreas da cidade para proteger os cidadãos, com sistema de vigilância.
  • Controlo de níveis de poluição, segundo parâmetros definidos, assim como gestão de resíduos, de forma a rastrear a reciclagem, e identificar o que pode ser reciclado na área;
  • Criação de uma rede de transportes elétrica, com soluções alternativas aos veículos automóveis.

Assim, a inteligência artificial acaba por ser o dominador comum em toda esta rede tecnológica. Ainda que existam outras tecnologias associadas, a IA é a que combina produtividade, otimização nos processos, e uma análise mais confiável de dados complexos que permite tudo isto funcionar.

Exemplos de smart cities

  • Singapura. Provavelmente o local do planeta mais evoluído tecnologicamente no mundo. Aqui foram implementadas algumas medidas, tais como: soluções inteligentes de controlo de trânsito; videovigilância inteligente para detetar atividades criminosas ou até mesmo sistemas de apoio médico para a população mais idosa.
  • Londres. Existem sensores de peso que, através de uma aplicação, alertam os utilizadores para a disponibilidade de lugares de estacionamento.
  • New York. Para agilizar o trânsito e indicar rotas alternativas, existem também sensores de alerta.
  • Chicago. Os seus semáforos, iluminação pública e caixotes do lixo estão todos ligados à Internet.

Aplicação de inteligência artificial em outras áreas

Com efeito, não é só as cidades que ganham com a inteligência artificial. Existem outros setores que têm desenvolvido soluções para tornar a interação com utilizadores ainda mais imersiva. Por exemplo:

  • Chatbots, são desenvolvidos para aprimorar o apoio ao cliente, sendo ferramentas utilizadas em websites para esclarecer dúvidas imediatas sobre produtos/serviços;
  • Entretenimento online, no caso, as plataformas especializadas em poker online utilizam algoritmos e programação para tornar a experiência ainda mais real, permitindo aos utilizadores experimentar a modalidade em ambiente de treino, replicando a experiência de competição, com todas as opções da modalidade;
  • e-Commerce, atualmente já existem lojas de roupa que ajudam no comportamento de compra tendo em conta o que o utilizador procura, segundo os dados recolhidos pelos algoritmos;
  • Mundo automóvel, de forma a tornar a condução mais segura, as marcas desenvolveram guias inteligentes que atuam em situações de perigo ou então como ajuda ao condutor, caso este acione algum tipo de controlo. E depois, há o caso da Tesla com os seus carros com piloto automático, totalmente baseados e programados autonomamente.

Com efeito, se já não chegavam as inovações nas palmas das mãos com os smartphones, o facto de as próprias cidades terem este tipo de mais-valia, mostra que conforme a inteligência artificial se desenvolve, mais soluções citadinas podem ser encontradas ao virar da esquina.

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