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Porto quer transformar antigo hospital Joaquim Urbano em “campus social”

Porto quer transformar antigo hospital Joaquim Urbano em “campus social”

Na reunião do executivo municipal desta segunda-feira, o presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, anunciou a intenção de criar um “campus social” no antigo hospital Joaquim Urbano, considerando que o equipamento poderia receber “a primeira experiência de residências apoiadas para seniores na cidade”, lê-se no comunicado, entretanto, divulgado no portal de notícias da autarquia. 

 “Numa reunião com a ministra [da Saúde] em setembro, em que tratámos, entre outros assuntos, das salas de consumo assistido, tivemos a oportunidade de referenciar que o município gostaria de ficar com Joaquim Urbano [cujo imóvel e terreno são propriedade do Ministério da Saúde], não apenas nas valências que hoje tem, como ter lá um campus social”, afirmou. 

O anúncio surgiu em resposta a uma sugestão, no âmbito da proposta de envio para discussão pública do projeto de loteamento para habitação acessível no Monte da Bela, que fosse ensaiado naquele local, num dos edifícios, uma primeira experiência de residência apoiada para a população idosa. 

Rui Moreira acredita que as residências “teriam mais a ganhar com uma rede de suporto e apoio”, como a que já esta enraizada no antigo hospital Joaquim Urbano. “Além do centro de acolhimento temporário a pessoas em situação de sem-abrigo, existe um restaurante solidário com cozinha que também confeciona para o restaurante solidário da Batalha, e ainda valências de formação profissional, resultado de um protocolo estabelecido entre a Câmara do Porto e o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP)”, recorda o Porto. 

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Para o autarca, este seria “o sítio ideal para criar um «campus social» na cidade”, razão pela qual, adianta, o município vai “insistir junto da ministra da saúde”. 

De referir que, na segunda-feira, o executivo aprovou, por maioria, o envio para discussão pública, por 15 dias úteis, do projeto de loteamento do Monte da Bela, que prevê a constituição de um total de 13 lotes, 12 dos quais destinados a uso habitacional, no âmbito da política municipal de promoção de habitação a custos acessíveis.

Foto: Miguel Nogueira | CM Porto

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