PUB
Recheio 2024 Institucional

Escalada Vulcânica na Ilha do Pico: Como Subir a Montanha Mais Alta de Portugal nos Açores

Escalada Vulcânica na Ilha do Pico: Como Subir a Montanha Mais Alta de Portugal nos Açores

A Ilha do Pico, situada no arquipélago dos Açores, atrai almas aventureiras com sua paisagem impressionante. E muito disso se deve à Montanha do Pico, que é, na verdade, um vulcão imponente — e o ponto mais alto de Portugal.

Escalar essa formação majestosa é uma experiência única, com a combinação de caminhadas repletas de adrenalina e as vistas deslumbrantes que o trajeto proporciona. Então, pode ser a hora de amarrar as botas e encarar esse desafio.

Um vulcão em plena atividade

A uma impressionante altura de 2.351 metros, a Montanha do Pico se destaca orgulhosamente como o ponto mais alto de Portugal. Sua forma cónica distintiva e terreno vulcânico criam uma presença marcante que atrai caminhantes de todo o mundo.

Em meio à subida, é fácil se deixar cativar pelas paisagens peculiares, trilhas acidentadas e vistas panorâmicas que se estendem por toda a ilha e além. Afinal, sua altitude é bem superior às das outras montanhas dos Açores. Isso proporciona uma vista limpa e perspectivas extremas do arquipélago.

Como subir a Montanha do Pico

Existem diversos povoados próximos à Montanha do Pico. Pode até mesmo encontrar uma moradia para arrendar na ilha em um site de imóveis. O acesso a ela é relativamente fácil a partir de municípios como Madalena e São Roque do Pico, por exemplo. Em ambos os casos, a viagem de carro até a Casa da Montanha dura menos de 30 minutos.

O trilho mais usado consiste em subir até ao Piquinho, também conhecido como Pico Pequeno ou Topo da Montanha. Esse trajeto tem cerca de 3,8 km. A duração média do percurso fica entre três e quatro horas na subida e na descida. E tanto o início quanto o fim se situam na Casa da Montanha.

Existem também uma opção de subida mais curta, que dura cerca de 45 minutos, percorre 1 km e vai até a Furba Abrigo. O terreno é bem variado ao longo da subida em ambos os casos, com zonas de rocha, terra e lama.

As condições do clima são extremas e podem mudar rapidamente na região. A temperatura no topo costuma estar 10 graus abaixo daquela observada no nível do mar. Por outro lado, em dias quentes, não haverá sombra no caminho para aliviar o calor. Então, é importante se preparar de acordo com a época do ano.

Como chegar à Ilha do Pico

O primeiro passo para subir à Montanha do Pico é chegar até a Ilha do Pico. A não ser que você more lá, é claro.

Para isso, existem voos diretos da Azores Airlines para o Pico a partir de Lisboa ou do Porto. Também é possível ir até S. Miguel ou Terceira e, em seguida, fazer o encaminhamento em um voo inter-ilhas.

Para quem não se importa de fazer uma viagem mais longa ou simplesmente deseja conhecer outros cenários dos Açores pelo caminho, também há a opção de voar até outras ilhas do arquipélago e apanhar um barco até o Pico.

Uma jornada pelo tempo geológico

Cada passo na Montanha do Pico é, também, um passo pela sua história geológica. As trilhas vulcânicas revelam camadas de fluxos de lava e depósitos de cinzas, o que indica as origens ardentes da ilha.

Durante a caminhada, observa-se o poder bruto da natureza e sente-se a energia sob os pés. Essa é uma experiência humilde e inspiradora que conecta o viajante às forças primordiais da Terra.

Experiência gratificante

Alcançar o cume do Pico é relativamente simples, do ponto de vista técnico. Mais que resistência física ou resiliência mental, exige uma capacidade profunda de apreciação pela beleza indomada da natureza. E as recompensas? Bem, elas são imensuráveis.

À medida que o viajante percorre as encostas íngremes e o terreno rochoso da região, é fácil deixar-se tomar por um sentimento de realização. Ao atingir o topo do vulcão, vem a recompensa: uma visão panorâmica de 360º da Ilha do Pico, do Oceano Atlântico e das ilhas vizinhas.

Paraíso para fotógrafos

A Ilha do Pico é um verdadeiro sonho para os fotógrafos, com suas deslumbrantes paisagens naturais e condições de iluminação em constante mudança. O viajante com olhar mais sensível fica hipnotizado logo na chegada com as vinhas pitorescas, os penhascos costeiros e a junção da vegetação exuberante com o cenário vulcânico.

A câmera deve estar sempre presente na bagagem — e ao alcance das mãos durante as caminhadas. Assim, não há risco de perder os momentos de beleza inspiradora que a ilha tem a oferecer aos fãs de fotografia.

Imersão na cultura insular

Após uma caminhada emocionante, vale a pena reservar um tempo para mergulhar na rica herança cultural do Pico. Em suas vilas encantadoras, os habitantes são amigáveis e há muitas delícias culinárias para desfrutar.

O Pico também é conhecido por suas uvas, a partir das quais são produzidos vinhos excepcionais que casam perfeitamente com a culinária local — especialmente com os pratos tradicionais, como as lapas e a alcatra. Afinal, nada melhor após um dia de caminhada.

Artigo patrocinado

Foto: Canva, by helovi

PUB
www.pingodoce.pt/pingodoce-institucional/revista-sabe-bem/uma-pascoa-saborosa-com-a-sabe-bem/?utm_source=vivaporto&utm_medium=banner&utm_term=banner&utm_content=0324-sabebem78&utm_campaign=sabebem