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CEiiA já produziu 100 ventiladores Atena

CEiiA já produziu 100 ventiladores Atena

Está concluída a 1ª fase do desenvolvimento e produção do primeiro ventilador pulmonar português – o Atena. O CEiiA – Centro de Engenharia para o Desenvolvimento de Produto, em Matosinhos, irá agora iniciar a 2.ª fase, com a produção de mais 400 unidades de ventilação e a internacionalização do projeto.

Esta 1.ª fase, refere o Ministério da Ciência e do Ensino Superior em comunicado, “incluiu a produção de 100 unidades”, tendo sido “concluídas com sucesso duas rondas de ensaios pré-clínicos”.

Este processo envolveu uma parceria entre o CEiiA e a Escola de Medicina da Universidade do Minho, em estreita colaboração com instituições médicas, a indústria e especialistas de diversas áreas, incluindo intensivistas, pneumologistas, anestesistas e internistas de hospitais públicos e privados.

O Governo realça ainda que o projeto contou com “uma rede inédita de mecenas privados” que reuniram mais de 1,2 milhões de euros e um sistema inédito de “crowdfunding”, lançado através da Fundação Gulbenkian e da RTP, que reuniu mais de 96 mil dadores individuais. Incluiu também um apoio reembolsável pela ANI de 2,6 milhões de euros.

O CEiiA “está agora a iniciar a 2.ª fase do projeto, com a produção de mais 400 unidades de ventilação e a internacionalização do projeto. Está ainda prevista a conceção e desenvolvimento de uma segunda versão do ventilador, cujo protótipo funcional deverá estar pronto até final de maio com 200 unidades produzidas até final de setembro”, refere o comunicado do Governo, citado pelo Notícias ao Minuto.

Esta sexta-feira, em visita às instalações do CEiiA, o primeiro-ministro, António Costa, salientou que o facto de o CEiiA ter conseguido, num prazo de 45 dias, fabricar e produzir 100 ventiladores Atena, mostra, mais uma vez, que “em todos os momentos de exceção, os portugueses são completamente excecionais”.

No entanto, acrescentou António Costa, falta o “passo seguinte”, que é “continuar a ser excecionais na normalidade”.

“O CEIIA não é uma fábrica, aqui estão a ser fabricados não só os primeiros protótipos, mas já os produtos, mas o objetivo não é o CEiiA continuar a produzir ventiladores, é a partir daqui libertar esta tecnologia, este ‘know-how’ para a indústria nacional poder passar a produzir em larga escala, para as necessidades nacionais, mas também para as necessidades globais”, frisou.

António Costa lembrou ainda que, à semelhança da contribuição monetária, o país é também capaz de contribuir com equipamentos e material de tratamento. 

“O estado português, no conjunto de aquisições que vai fazer do ATENA, vai fazê-lo não somente para reforçar as necessidades nacionais, termos uma maior reserva a nível nacional, mas para reforçarmos a nossa contribuição no âmbito da cooperação internacional para o desenvolvimento e designadamente com os países da lusofonia”, salientou. 

Na visita ao CEiiA foram também apresentados outros projetos em curso, incluindo o desenvolvimento de novos capacetes para cirurgiões, o ‘Medical Helmet’, o qual foi recentemente iniciado no CEiiA com a colaboração de profissionais de saúde. 

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