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Woof, woof! Conheça Boris, o cão que agora é “trabalhador” da junta de freguesia de Baguim

Woof, woof! Conheça Boris, o cão que agora é

Parece mentira, mas acredite que é verdade. Em Baguim do Monte, no concelho de Gondomar, foi assinado um contrato de trabalho com um cão. Sim, leu bem. Ao que o presidente da junta de freguesia refere, a insólita história de Boris Baguim começou há um mês, quando “a dona, que tinha sido despejada, foi à junta pedir ajuda para o cão, pois o novo senhorio não aceita animais” (via Porto Canal).

Num ato de solidariedade, a junta de freguesia recebeu o animal, colocando-o em redes destinadas à adoção de animais. No entanto, para desconsolo (ou não) de Boris Baguim, ninguém se mostrou interessado, na Internet.

Assim sendo, o pequeno animal, de apenas 3 anos, foi acolhido pelas funcionárias nas suas casas e tem vindo a fazer parte do dia a dia normal dos trabalhos na freguesia, interagindo com “funcionários e fregueses”, refere Francisco Laranjeira.

Para oficializar a relação, a Junta de Freguesia de Baguim decidiu mesmo celebrar um vínculo com Boris Baguim, que passa a ter um contrato de prestação de serviços por tempo indeterminado. 

No entender de Francisco Laranjeira, trata-se de uma “brincadeira séria”, que ainda que seja insólita, serve para determinar que o novo amigo de quatro patas “é propriedade da junta e não o podem mandar embora” (via Porto Canal).

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Como qualquer funcionário, em qualquer local de trabalho, também Boris Baguim tem os seus direitos e deveres. Assim, aquele que, agora, é o cão mais famoso de Baguim do Monte, de acordo com a mesma fonte de informação, tem o dever de “guardar e zelar pelos bens da junta, dar amor e carinho a todos os funcionários e seus fregueses” e o direito a “assistência veterinária, alimentação, diversão, amor e carinho”.

Nos seus primeiros dias enquanto “trabalhador”, Boris tem sido bastante unânime entre aqueles que passam pela junta e que aproveitam para lhe fazer festas, ou até mesmo “levar biscoitos e comida”.

Francisco Laranjeira vê neste acolhimento algo que, apesar de insólito, pode ter o condão de ser o mote para outras entidades fazerem o mesmo, passando assim a mensagem de que cuidar dos animais deve ser uma prioridade e uma preocupação comum.

Fotografias: Junta de Freguesia de Baguim do Monte

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PD- Revista Sabe bem