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Vai haver uma “grande revolução” nos transportes da Área Metropolitana do Porto

Vai haver uma

Na última sexta-feira, dia 3 de novembro, foi aprovada a criação da empresa metropolitana de transportes da Área Metropolitana do Porto (AMP). De acordo com Eduardo Vítor Rodrigues, que preside quer a AMP quer a Câmara Municipal de Gaia, trata-se de uma  “grande revolução”, para a região.

Como refere o próprio, “foi finalmente aprovado um documento histórico que leva à criação, em termos estatutários e financeiros da empresa metropolitana de transportes”, sendo que se trata de um processo que decorria “há cerca de um ano e meio, com muitos sobressaltos, muitas dúvidas e muita discussão” (via Câmara de Gaia).

Eduardo Vítor Rodrigues aproveitou ainda para acrescentar que foi “muito importante contar com os municípios menos bem servidos, mais da segunda periferia metropolitana, que, na verdade, têm uma rede de transportes frágil e que assumem a sua participação, mas foi também muito importante contar com municípios como Porto, Gaia, Matosinhos, Gondomar, Valongo e Maia, que já estão servidos do ponto de vista de transportes a partir da âncora que é a STCP e, mesmo assim, aceitaram fazer este alargamento que é muito importante do ponto de vista do sistema de rede de transportes e da participação financeira”, de acordo com a mesma fonte de informação.

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O presidente da AMP mostra-se bastante confiante em relação a esta conquista e reforça que, no seu entender, “é a grande revolução do sistema de transportes da área metropolitana, porque vai dar uma estabilidade financeira e técnica que a AMP, por si só, não tem, e que a empresa metropolitana de transportes vai ter”.

Depois da aprovação, o processo terá seguimento para o Tribunal de Contas e, depois de obter o visto que necessita, iniciar-se-á o processo de criação e implementação da Empresa Metropolitana de Transportes.

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PD- Revista Sabe bem