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Vacina da AstraZeneca volta a ser administrada em Portugal

Vacina da AstraZeneca volta a ser administrada em Portugal

Depois da Agência Europeia de Medicamentos (EMA) ter dado “luz verde” à vacina da AstraZeneca, considerando-a “segura e eficaz”, a Direção-Geral de Saúde (DGS) revelou que esta voltaria a ser utilizada em Portugal já a partir da próxima segunda-feira, 22 de março. 

Numa conferência de imprensa, que reuniu o Infarmed e a task force de vacinação contra a covid-19 em Portugal, Henrique Gouveia e Melo anunciou que a vacinação seria retomada.  

“O plano de vacinação sofreu uma pausa no que concerne à vacina da AstraZeneca e vai ser posto em marcha outra vez a partir de segunda-feira. Vamos retomar o plano, acelerando-o e recuperando o atraso destes quatro ou cinco dias parados sem vacinação da AstraZeneca”, afirmou. 

Segundo o responsável, em causa estão cerca de 120 mil pessoas com a vacina adiada, desde a suspensão anunciada na segunda-feira.

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“Vamos recuperar muito rapidamente essa vacinação. Mais uma semana, semana e meia, e temos o plano recuperado”, garantiu. 

A diretora-geral da Saúde assegurou que não há razão para alarme. “Quando as as autoridades decidem que uma vacina tem condições para ser utilizada é porque dá a garantia de que «é segura, eficaz e tem qualidade»”, salientou. 

De acordo com Graça Freitas, a hipótese de recusar a vacina não deve ser colocada em causa. “Se a uma pessoa for oferecida uma vacina, seja qual for a marca, deve aceitá-la. O risco de ter doença grave, internamento e indesejavelmente morte (sem vacinação), é muito superior”, afirmou. 

“A recusa de uma vacina é recusar proteger-se e recusar proteger-se contra uma doença grave. A alternativa [para quem recusa tomar uma qualquer vacina de qualquer marca] é essas pessoas continuarem vulneráveis e susceptíveis de contraírem uma doença que pode ser grave e que pode ser letal”, reforçou. 

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PD- Revista Sabe bem