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Urgências eliminam refeições noturnas para profissionais de saúde

Urgências eliminam refeições noturnas para profissionais de saúde

Uma das entidades que decidiu acabar com as ceias foi o Centro Hospitalar Barreiro/Montijo. Contudo, o Sindicato Independente dos Médicos (SIM) já alertou, em comunicado, que a refeição noturna, normalmente composta por uma sandes, uma bebida e uma peça de fruta, está contemplada no ponto 2 da Cláusula 48 do Acordo Coletivo de Trabalho – “O trabalhador que prestar trabalho no período noturno tem direito ao fornecimento gratuito de uma refeição ligeira, quente, ou subsídio de refeição no valor de 2,85 euros”. Assim sendo, o SIM está a aconselhar os médicos a verificarem os seus recibos de rendimento, de modo a confirmarem se passam a receber o montante referido.
O fim das ceias multiplicaram-se por todo o país, abrangendo já a Maternidade Alfredo da Costa, o Hospital de Cascais, o Centro Hospitalar Vila Nova de Gaia/Espinho, a Unidade Local de Saúde de Matosinhos, o Hospital S. João e o Centro Hospitalar Lisboa Central. Por outro lado, no Centro Hospitalar do Porto, a refeição deixou de ser de distribuída e, em contrapartida, passou a ser atribuída uma senha com um valor de 1,25 euros.
Jorge Neves, da Federação Nacional dos Médicos (FNAM), diz-se indignado com a medida, já que um trabalhador em serviço 12 horas, “durante a noite, não pode ausentar-se da urgência para ir comer alguma coisa fora do hospital”.

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