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Universidade do Porto no “top 150” europeu da investigação científica

Universidade do Porto no “top 150” europeu da investigação científica
Confirmando o seu crescimento e afirmação no grupo das melhores universidades do mundo, a Universidade do Porto (UPorto) ascendeu à 322.ª posição mundial (139.ª europeia) do Best Global Universities Rankings, uma iniciativa da U.S. News & World Report, com o apoio da Thomson Reuters, que reúne as 750 melhores instituições mundiais de acordo com o seu desempenho na investigação científica e a sua reputação.
Em relação a 2014, a UPorto sobe 10 lugares (de 333 para 322) no top mundial e cinco a nível europeu (de 144 para 139), registando ainda uma subida em praticamente todos os indicadores considerados para avaliar a performance das instituições. Com um resultado global de 51.2, quase mais 15 pontos do que a pontuação obtida na edição anterior (36.4), a Universidade destaca-se ao nível do impacto regional da investigação (124.ª) e do número de publicações (185.ª) e de citações (238.ª).
A UPorto distingue-se também nos rankings temáticos, posicionando-se no top mundial em sete domínios, mais cinco do que em 2014. Para além das subidas registadas nas áreas das Ciências Agrárias (da 74.ª para a 57.ª posição) e das Engenharias (da 99.ª para a 88.ª), a Universidade fecha o top 100 do ranking de Farmacologia e Toxicologia, figurando ainda entre as melhores do mundo nos domínios do Ambiente/Ecologia (142.ª), Ciências das Plantas e dos Animais (147.ª), Química (172.ª) e Ciência dos Materiais (209.ª).
Globalmente o ranking é dominado pelas instituições norte-americanas – Harvard University, Massachusetts Institute of Technology (MIT) e University of California-Berkeley – que repetem o pódio do ano passado. A University of Oxford é a primeira europeia, surgindo no quinto lugar, logo seguida pela University of Camdridge. Para além da UPorto, Portugal está ainda representado pelas universidades de Lisboa, Coimbra, Minho, Aveiro e Nova de Lisboa.
A Universidade do Porto está classificada entre as 350 melhores do mundo em 13 das 36 áreas de ensino e investigação analisadas pela edição 2015 do “QS World University Rankings by Subject”, um dos mais reputados rankings internacionais de ensino superior, publicado pela empresa multinacional Quacquarelli Symonds e disponível para consulta em www.topuniversities.com.
De acordo com este ranking, a instituição está entre as 100 melhores universidades do mundo na área da Engenharia Civil e de Estruturas. A Universidade surge ainda no top 200 em cinco outras áreas (Engenharia Química, Engenharia Eletrotécnica, Agricultura e Silvicultura, Farmácia e Farmacologia e Ciências Ambientais) e entre as 200 e as 350 melhores do mundo nos campos das Línguas Modernas, Ciência de Computadores, Engenharia Mecânica, Ciências Biológicas, Medicina, Química e Matemática.
Quando comparada com as restantes instituições nacionais, a Universidade do Porto encontra-se classificada como a melhor universidade portuguesa em 19 – mais de metade – das 36 áreas de ensino e investigação avaliadas por este ranking. Em 10 outras áreas, a Universidade do Porto encontra-se classificada na 2.ª ou 3.ª posição, pelo que ocupa o pódio nacional em 29 das 36 áreas analisadas.
Já em setembro passado a Universidade do Porto surgiu como a universidade portuguesa mais bem colocada no “QS World University Rankings”, o ranking de avaliação genérica das instituições de ensino superior da QuacquarelliSymonds, ocupando a 293.º lugar entre mais de 800 universidades mundiais classificadas.
Estes resultados representam uma melhoria significativa em relação ao ano anterior, quando surgiu no top 350 mundial em apenas sete áreas de ensino analisadas. De facto, a UPorto melhorou a sua classificação em 10 áreas, quando comparado com o “QS World University Rankings by Subject” 2014.
Para a elaboração deste ranking foram analisadas mais de 3.000 universidades e 10.000 cursos de todo o mundo, avaliando-os de acordo com três indicadores de qualidade em cada área de ensino: reputação académica, reputação entre empregadores e produção científica.

José Alberto Magalhães
Diretor de Informação Revista VIVA
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