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Um Porto cada vez mais verde

Um Porto cada vez mais verde

A Câmara Municipal do Porto tem atualmente em curso “uma ambiciosa estratégia de expansão de espaços verdes” no concelho. O objetivo é “duplicar a curto prazo a área verde disponível para cada habitante”, algo que “encontra expressão no Plano Diretor Municipal (PDM) e na correspondente proposta de Estrutura Ecológica Municipal”, afirma a autarquia em nota enviada à VIVA.

A cidade pretende, assim, continuar a tornar-se cada vez mais verde, não apenas numa perspetiva paisagística ou ornamental, mas também “orientada por critérios e preocupações transversais, cujo desenho concorra para minimizar os efeitos das alterações climáticas”.

Foto: ÁGORA

Destacam-se das intervenções mais relevantes, no âmbito desta estratégia de expansão, o remate a poente do Parque da Cidade, que inclui a renaturalização de cerca de 6.500 metros quadrados de área pavimentada do Queimódromo e a plantação de cerca de 2.800 árvores e arbustos.

A obra que esteve sob responsabilidade da empresa municipal GO Porto correspondeu a um investimento superior a 2,6 milhões de euros.

Foto: Miguel Nogueira

Também o campus universitário da Asprela ganhou em março deste ano um novo parque urbano com “seis hectares de paisagem cuidadosamente arquitetada”, com espelhos de água, “900 elementos arbóreos plantados”, ribeiras e mais de dois quilómetros de “percursos pedonais e cicláveis, acessíveis a pessoas com mobilidade reduzida”.

O projeto surgiu “não só para fruição da comunidade envolvente e da população, como também para reduzir significativamente a ocorrência de cheias e de inundações da Ribeira da Asprela”, visto que em períodos de chuvas muito intensas, o espaço torna-se “numa grande bacia de retenção, com capacidade para 10 mil metros cúbicos de águas pluviais”.

Foto: Filipa Brito

Ao Parque de São Roque foram adicionados 1,2 hectares, aos quatro já existentes, num investimento de mais de 1,4 milhões de euros. O espaço verde ganhou, desta forma, “mais de um hectare de extensão, os caminhos foram recuperados, os espaços de descanso intervencionados, os mirantes reabilitados e o icónico labirinto preservado”.

Foto: Porto.

No futuro está prevista a construção do Parque da Alameda de Cartes – localizado na interface dos bairros do Falcão, do Cerco e do Lagarteiro, e com ligação ao Parque Oriental. Segundo a nota de imprensa, este espaço “resulta de um amplo processo de participação pública (no qual as populações das zonas abrangidas tiveram um papel fundamental para identificar as necessidades) e foi desenvolvido no âmbito do projeto europeu financiado pelo H2020, o URBiNAT”.

O município estima também que a criação do novo Parque Urbano da Lapa, com quatro hectares se inicie no próximo ano.

Por outro lado, além do aumento e requalificação de alguns espaços verdes do município a autarquia portuense tem também procurado promover a atividade física e o envelhecimento ativo. Com um investimento de 640 mil euros, 18 parques e jardins foram beneficiados com equipamentos de fitness.

Foto: Filipa Brito

Na inauguração de um desses parques desportivos, no Castelo do Queijo, o presidente da
Câmara Municipal, Rui Moreira, citado na plataforma referiu-se a estes como sendo verdadeiros “health clubs a céu aberto”, acrescentando que são importantes “do ponto de vista da saúde e do lazer”, sendo um “investimento amplamente justificado”.

O município do Porto adianta ainda que a criação destes equipamentos junto a parques infantis foi também uma forma de aliar a diversão dos mais novos com a prática desportiva, assim como incentivar algumas dinâmicas internacionais que promovam a atividade física em múltiplas idades.

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