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“Um Objeto e seus Discursos por Semana” celebra a primeira viagem turística no Rio Douro

“Um Objeto e seus Discursos por Semana” celebra a primeira viagem turística no Rio Douro

Foi a 19 de outubro de 1990 que teve lugar a primeira viagem turística no Rio Douro. Para assinalar a data, a próxima sessão do ciclo “Um Objeto e seus Discursos por Semana” vai dar a conhecer as muitas histórias que o último dos barcos rabelos fabricados em moldes tradicionais tem para contar. Acontece já este sábado, a partir das 18h, no Reservatório da Pasteleira.

O último dos rabelos fabricados em moldes tradicionais e utilizado no transporte fluvial foi oferecido à Câmara do Porto em 1971 pela empresa Sousa Cruz & C.ª Ld.ª. Foi também este “o último rabelo que deslizou silencioso pelas águas do Douro quando o rio era a estrada que ligava o Alto Douro ao Porto”. Nos anos 1990, foi seccionado em cinco partes, numa operação orientada pelo arquiteto especialista em embarcações tradicionais Lixa Felgueiras, dado que as suas dimensões com 17,5 metros de comprimento dificultavam o transporte do barco.

Este rabelo encontrava-se repousado nos jardins da Casa Tait. “Agora, os seus espólios ajudam a contar a história da cidade, no recém-inaugurado Reservatório da Pasteleira”, refere a organização.

A conversa sobre este objeto e o seu lugar na história do Porto vai contar com a presença do investigador Amândio Barros, doutorado em História Marítima, e a arquiteta Catarina Fortuna, que esteve envolvida na recuperação do Reservatório da Pasteleira, sendo moderador o diretor artístico do Museu da Cidade, Nuno Faria.

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De acesso gratuito, mas condicionada à lotação do espaço, a iniciativa insere-se no ciclo municipal sobre o património “Um Objeto e seus Discursos por Semana”.

Mais informações aqui.

Foto: CM Porto

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