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Último trimestre do ano é o período com “mais assaltos” e “tentativas de roubo”

Último trimestre do ano é o período com “mais assaltos” e “tentativas de roubo”

O último trimestre do ano, entre outubro e dezembro, é aquele que em que se regista uma maior ocorrência de assaltos e tentativas de roubo em Portugal. O alerta é da Central Recetora de Alarmes da Securitas Diret, que revela que só nos últimos cinco anos, entre 2016 e 2020, o número de “disparos reais de alarmes subiu 16% no último trimestre de cada ano”, face à média dos restantes trimestres.

Segundo explica Bernardo Ferreira, diretor da marketing da empresa, os intrusos “privilegiam habitações desabitadas ou desocupadas”, o que se pode tornar particularmente apetecível nesta altura do ano, em que se verifica uma “menor ocupação das segundas residências (casas de férias)”, existem as épocas festivas [Natal e Passagem de Ano], o que por si representa a ausência das habitações habituais, e se verificam ainda algumas saídas para as ditas “férias de inverno”.

Por essa razão, é fundamental que ao longo de todo o ano, mas, sobretudo, nesta altura, os proprietários das casas aumentem a segurança das mesmas, através, por exemplo, da adoção de “hábitos de segurança e de uma combinação de elementos dissuasores, físicos e eletrónicos”.

Door, Accessibility, Lock, Doorway

Entende-se por elementos físicos todos aqueles que “fazem o intruso investir tempo para aceder à casa, ou que o obrigam a fazer barulho”, como fechaduras e portas blindadas, o que o deixa “mais exposto”. Por sua vez, os elementos eletrónicos são, sobretudo, dissuasores e, caso o intruso decida aceder à propriedade, forçam-no a abandoná-la [alarmes, cortinas de fumo, etc], sublinha o responsável.

Assim, de acordo com a Securitas Diret, é fundamental reforçar “a segurança de janelas e portas de ligação a varandas ou terraços”, especialmente caso sejam de acesso fácil a partir da rua, “verificar o estado das fechaduras” e, se possível, “manter o imóvel sob vigilância permanente”.

Adicionalmente, é também importante que os objetos de valor sejam guardados num “cofre de alta segurança ou num local que não seja visível para evitar a sua perda em caso de roubo”. E, no caso de precisarem de se ausentar, os cidadãos não devem fazê-lo sem que, primeiro, deixem assegurada uma “aparência de casa habitada”, como, por exemplo, “um tapete ou um lençol no estendal” ou terem o cuidado de alterar a posição das persianas.

Por sua vez, a iluminação exterior é também um fator preponderante para a redução do número de assaltos ou tentativas de roubo, pelo que, sempre que possível, os cidadãos devem garantir a presença de luz. Caso o telefone de casa tenha atendedor de chamadas, a empresa aconselha a desligá-lo e a proceder ao devido reencaminhamento de chamadas para o “número de telemóvel ou para alguém de confiança”.

Por último, os cidadãos devem lembrar-se da importância de “nunca publicar informações das suas ausências nas redes sociais”, uma vez que, desta forma, está a “evitar dar pistas sobre viagens e ausências a potenciais ladrões”.

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