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Turismo do Porto e Norte supera valores do “melhor ano de sempre”

Turismo do Porto e Norte supera valores do

A região do Porto e Norte já ultrapassou, em termos turísticos, os valores do ano de 2019, o “melhor de sempre”. O Turismo do Porto e Norte de Portugal avança, em declarações à VIVA! que, “caso não exista nenhuma situação anómala”, 2022 “será novamente um ano record”.

De acordo com dados fornecidos pela entidade, o “Porto e Norte cresceu 29,8% no mês de julho, em comparação com os dados de 2019”, fechando o mês “com 91 milhões”, “um acumulado de 391,8 milhões entre janeiro e julho” e “um crescimento de 13,4% em relação a janeiro/julho 2022”.

O Porto e Norte teve, em julho, um crescimento de 12,8%, face ao ano de 2019, ao registar 660,8 mil visitantes, sendo que entre os meses de janeiro e julho o crescimento foi mais ténue, com 3,213 milhões de visitantes.

No que toca às dormidas o Porto e Norte “fechou julho com 1,3 milhões de dormidas, um crescimento de 14,9% em relação a julho de 2019”. No acumulado, foram registadas “6,1 milhões de dormidas, um crescimento de 3,2% em relação a janeiro/julho de 2019”.

Estas dividem-se em dormidas de residentes portugueses, onde foram registadas “524,7 mil dormidas em julho e 2,6 milhões de dormidas entre janeiro/julho, com crescimentos de 21,2% e 10,1%, respetivamente”; e dormidas de não residentes, com o registo de “821,8 mil dormidas, um crescimento de 11,3%”, face a julho, e no acumulado janeiro/junho, 3,5 milhões, semelhante “ao número do período homólogo de 2019”.

Ainda segundo os dados, é possível perceber que no Porto, em julho, se registaram 524 mil dormidas, representando um crescimento de 11% face a 2019. Já, entre janeiro e julho, registou-se uma diminuição de 1,2% em relação a 2019.

Relativamente às nacionalidades que mais têm procurado a região Norte de Portugal para passear, os espanhóis encontram-se em primeiro lugar, seguidos pelos franceses, os norte-americanos, alemães, brasileiros e britânicos.

Para o Turismo do Porto e Norte “as expectativas até ao final do ano são as melhores”, prevendo-se “esta tendência de crescimento, caso não exista nenhuma variável anómala,” em 2023. Contudo, a entidade mostra-se consciente em relação aos efeitos da “possível crise financeira, a continuação da espiral inflacionista e a guerra na Ucrânia”.

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