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Teatro Municipal do Porto recebeu 12 mil espetadores desde janeiro

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A segunda maratona de espetáculos do Teatro Municipal arranca no dia 7 de abril.

Nos primeiros meses do ano, o Teatro Municipal do Porto, sob a direção artística de Tiago Guedes, atraiu 12 mil espectadores. Depois de, na primeira temporada, ter conseguido uma taxa de ocupação de “perto de 90%” nos espetáculos de dança no Rivoli, de 73% nas peças de teatro do Campo Alegre e de 40% nas sessões de cinema do Rivoli, o Teatro Municipal voltará a abrir-se ao público para mais uma maratona de espetáculos que arrancam a 7 de abril e terminam a 22 de julho.
A segunda temporada de espetáculos – apresentada esta quarta-feira – está orçada em 250 mil euros. Segundo defendeu o vereador da Cultura da autarquia, Paulo Cunha e Silva, os números do primeiro trimestre são “expressivos” e demonstram que o público tem “aproveitado a grande diversidade programática do equipamento”. A agenda para os próximos tempos está centrada em quatro focos programáticos, começando pelo “Rock” que, entre os dias 21 e 25 de abril, inclui um ciclo de cinema com a curadoria de Zé Pedro dos Xutos & Pontapés e um concerto pela “Liberdade do Som” com vários músicos locais a homenagear os Taxi, GNR e Ornatos Violeta em jeito de comemoração da revolução. Seguem-se “Os Dia da Dança”, entre 28 de abril e 16 de maio, iniciativa ancorada no Dia Mundial da Dança e que, a 1 de maio, leva ao palco do Grande Auditório do Rivoli Raimund Hoghe com a sua “Evening with Judy”. Mais tarde, entre 28 de maio e 21 de junho, o Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica (FITEI) voltará ao Rivoli, com direção artística de Gonçalo Amorim e com uma programação que inclui “Britânico”, de Nuno Cardoso, “Os Lusíadas”, de António Fonseca, “Tropa Fandanga”, do Teatro Praga, “O Amante”, do Teatro Expandido!, “Caridade”, do Teatro Experimental do Porto, e “Hamlet”, da companhia Mala Voadora. O último foco, a decorrer entre 17 e 19 de julho, é dedicado ao “Novo Teatro Novo” que permitirá ao público não só descobrir dois projetos de encenadores cujo trabalho foi desenvolvido no âmbito da Bolsa de Criação Teatro em Campo Aberto mas também a obra de “um dos maiores encenadores franceses da atualidade”, Philippe Quesne.

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