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Startup une-se a Hospital de São João para criar “médico virtual”

Startup une-se a Hospital de São João para criar “médico virtual”

A startup portuguesa Dioscope , que criou uma plataforma para a formação médica e criação de sistemas de apoio à decisão clínica em hospitais, revelou que que assinou contratos com 14 hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), incluindo o Centro Hospitalar Universitário de São João (CHUSJ), para criar um assistente “médico virtual”.

Trata-se da instalação de um chatbot, que funciona como um assistente médico virtual, que serve de apoio a cada unidade de saúde. O objetivo é “melhorar a eficácia dos serviços hospitalares, prevenir o erro médico e melhorar a articulação entre as várias especialidades”, destacou a empresa, em comunicado enviado à VIVA!.

O assistente médico digital deverá, assim, “diminuir a sobrecarga dos profissionais de saúde na linha da frente e assinalar um progresso na segurança e atendimento aos doentes”.

O sistema está, atualmente, em fase final de implementação, tendo já sido contratualizado, além do Hospital de São João, com o Hospital Egas Moniz, de São José, de Santa Marta, Curry Cabral, da Estefânia, Maternidade Alfredo da Costa, Centros Hospitalares de Entre Douro e Vouga, Médio Tejo e Alto Douro, Oeste e de Leiria e hospitais de Santo André, Distrital de Pombal e de Alcobaça.

Até ao final do ano, a start-up adianta que pretende “levar esta solução a todos os médicos portugueses”.

Para Tomás Pessoa e Costa, médico e fundador da Dioscope, o sistema em causa representa um “passo determinante para melhorar o SNS”. “Podemos explicar estes sistemas como um «médico virtual» capaz de comunicar e ajudar os médicos «reais», que estão no serviço de urgência, na linha da frente, melhorando tempos de espera e diminuindo o erro médico”, completou.

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