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Startup portuense regista patente de aparelho de barbear “único no mundo”

Startup portuense regista patente de aparelho de barbear “único no mundo”

A Tatara Razors, uma startup incubada na UPTEC – Parque de Ciência e Tecnologia da Universidade do Porto, criou um sistema, “único no mundo”, de placas deslizantes ajustáveis para os aparelhos de barbear.

O aparelho de barbear, intitulado “Muramasa”, diferencia-se pela “capacidade de modificar o ponto de contacto entre a lâmina e a pele”, apenas ao rodar o manípulo do equipamento, revelou a empresa cofundada e liderada por João Gomes, em comunicado enviado à VIVA!.

Segundo adianta, o sistema de placas deslizantes ajustáveis “permite ajustar a exposição e o declive da lâmina,” o que possibilita “alternar entre uma barbear mais suave ou mais agressivo”. A invenção portuguesa já vendeu mais de 800 exemplares para vários países, nomeadamente Estados Unidos da América, Itália, Reino Unido e Espanha.

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“Com a Muramasa é possível – durante o barbear – fazer vários ajustes que compreendem uma combinação de folga da lâmina e valores de exposição da lâmina. Assim, o utilizador pode barbear-se com conforto em todos os contornos do rosto, apenas rodando o manípulo sem ter de desmontar o aparelho ou adicionar alguma peça extra”, resumiu o CEO da Tatara Razors.

Em 2017, a startup incubada na UPTEC lançou o primeiro modelo dos aparelhos de barbear, tendo, atualmente, três modelos, em cor matte e dark, todos 100% desenvolvidos e produzidos em Portugal. Desde o início do projeto, já venderam mais de cinco mil exemplares para mais de 60 países.

Além da componente inovadora, a empresa junta ainda a preocupação com a sustentabilidade, uma vez que, segundo João Gomes, os aparelhos de barbear da empresa “têm garantia vitalícia”, podem ser usados “infinitas vezes e cada lâmina pode durar entre cinco e oito utilizações”. “Além disso, o custo das lâminas – 20 a 40 cêntimos – é bastante inferior ao do das lâminas de máquinas descartáveis – dois a três euros –, o que se traduz numa poupança a longo prazo”, completou o responsável.

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PD- Revista Sabe bem