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Saúde mental: seis problemas causados pela pandemia

Saúde mental: seis problemas causados pela pandemia

Desde março que o país mudou, fruto de uma pandemia que assolou o mundo, e que está a trazer consequências nefastas na saúde mental dos cidadãos. Contudo, segundo o Centro para a Saúde e Bem-Estar Mental (PMHW), de Stanford, nos Estados Unidos, que compilou uma lista com os seis problemas de saúde mental mais comuns, há dicas para solucionar estes problemas e, até, evitá-los.

Um dos problemas mais comuns, diz o centro de investigação, citado pela Executive Digest, a preocupação excessiva é um dos problemas mais comuns. “A população tem apresentando uma tendência geral para se preocupar”, indica, sugerindo que os cidadãos agendem “um tempo próprio para se preocupar”, uma vez que, desta forma, estarão a criar “uma sensação de controlo” e a limitar “o impacto nas atividades importantes para a saúde mental, nomeadamente o sono”.

A polarização negativa, tendência para insistir nos aspetos negativos da vida, é outra das consequências da pandemia, pelo que o Centro para a Saúde e Bem-Estar Mental sugere que se faça “um esforço consciente para procurar boas notícias”. “Depois de ler estatísticas sombrias, pare um pouco para recordar uma memória positiva”, aconselha.

Na resposta à ameaça, “reações automáticas que se ativam quando o circuito de afeto negativo do cérebro é colocado em «modo de alerta», é importante “evitar estímulos, nomeadamente fontes de imprensa alarmantes, concentrando-se nas rotinas normais para criar estabilidade”.

De acordo com o centro, é igualmente importante que os cidadãos utilizem “fontes de estimulação para envolver a rede de recompensas do cérebro”, como cheiros agradáveis para a casa, tocar a música favorita e cercar-se de imagens positivas. Desta forma, estarão a combater o entorpecimento emocional

No que respeita à falta de atenção, é importante “dividir tarefas e decidir o que quer fazer num determinado momento do dia”. “Vá anotando e faça uma lista, alargando-a só quando a tarefa atual for concluída”, aconselham os investigadores.

Além disso, é também fundamental fazer “períodos de descanso” de forma a recuperar a parte cognitiva e evitar uma possível confusão do cérebro. Para isso, é preciso que os cidadãos estejam cientes de que “com as mudanças rápidas que estamos a viver, o cérebro passa por uma aprendizagem acelerada, que o pode cansar”.

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