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Saiba como fazer um molho de francesinha divinal em casa

Saiba como fazer um molho de francesinha divinal em casa

Se está no trabalho e ainda falta algum tempo para fazer a sua pausa de almoço, não aconselhamos que leia este texto, porque a probabilidade de ficar com ainda mais fome é bastante elevada.

Posto isto, vamos a uma das palavras que os portuenses mais gostam: francesinha. Quer dizer, os portuenses e não só, na medida em que não há quem passe pela Invicta e não fique fã deste prato tradicional português, criado nos anos 60, a partir de uma típica receita francesa, chamada croque-monsieur. (Aqui entre nós, a nossa receita é melhor, mas isso fica um segredo só nosso!)

Por toda a cidade e arredores, são inúmeras as casas que fazem uma boa francesinha à moda do Porto. No entanto, imagine este cenário. Quer muito comer uma francesinha, mas não lhe apetece ir para um restaurante. A questão que se coloca é: como fazer um molho tão bom ou melhor do que aqueles que está habituado a comer? Se não sabe a resposta, não se preocupe: nós ajudamos!

Começando pelos ingredientes, e assumindo que a refeição é de 2 pessoas, precisará de: 1 cebola, 3 dentes de alho, 0,4 litros de cerveja, tomate ou polpa de tomate, 0.5 dl de brandy, 0.5 dl de Vinho do Porto, vinho maduro branco, molho inglês, mostarda, colorau, 1 colher (sopa) de farinha Maizena, um cubo de caldo de carne, louro, sal e piri-piri.  

Note-se que, destes ingredientes, é frequente eliminarem-se alguns, nomeadamente bebidas. A beleza inerente à cozinha é que esta é como a arte: subjetiva. Uns se calhar apreciam o molho com bastantes combinações de bebidas, outros nem tanto. Uns se calhar gostam de um molho mais adocicado, outros nem tanto. Enfim, há gostos para tudo. De qualquer forma, a base da confeção do molho mantém-se.

Foto: Pingo Doce

Assim, em primeiro lugar, faz-se o refogado. Mas atenção: tem de ser um bom refogado! Procure picar uma cebola de tamanho médio/grande e os 3 dentes de alho. Envolva-os lentamente com o azeite, de forma a que vão libertando sabor, capaz de apurar o molho. Enquanto refuga, pode também adicionar louro e colorau. A cozinha é como o amor: geralmente, requer que lhe dediquemos tempo, pelo que, mais do que cronometrar os minutos do refogado, deve ver se está a ficar com a cor certa (a cebola e o alho devem ficar douradinhos, sem estarem queimados, claro).

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Quando atingir esse ponto, é altura de colocar a polpa de tomate, que irá conferir alguma cor ao molho, assim como o caldo de carne, as bebidas, o molho inglês e a mostarda. Após colocar isso tudo, é importante que deixe ferver. Aumente a temperatura durante alguns minutos para que os sabores se vão apurando, sendo que só depois deverá adicionar a farinha (dissolvida com um pouco de leite), que surge com o intuito de engrossar o molho e torná-lo menos ácido.

Posto isto, chega aquela altura que dependerá da arte e engenho de cada chef. Mais sal ou menos sal? Mais piri-piri ou menos piri-piri? Tudo questões que só o próprio saberá responder, em função do gosto pessoal e do gosto daqueles para quem confeciona.

Se sentir que ainda restam alguns detritos de cebola ou alho do refugado, recomenda-se que utilize uma varinha mágica para “passar” o molho, de forma a que o resultado final seja o mais agradável possível.

Depois, já sabe! É só montar a francesinha: adicionar o bife, o fiambre, as salsichas, a linguiça e o pão. Colocar fatias de queijo por cima. Levar a sandes ao forno, até o queijo derreter, para, no fim, regar com o molho de francesinha.

O resto? É puro sabor.

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Pingo Doce- Revista Sabe Bem