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Recorde algumas expressões do “tempo dos nossos avós”

Recorde algumas expressões do “tempo dos nossos avós”

Possivelmente já “deu com o nariz na porta” algumas vezes, até já terá chegado “a roupa ao pêlo” a alguém e de certeza absoluta que já “bateu o dente” diversas vezes com o típico frio do Norte. Mas será que conhece, realmente, as melhores expressões do “tempo dos nossos avós”? É que algumas já são, como eles dizem, “do tempo da outra senhora”… ora confirme!

Se, porventura, alguém o abordar com essa expressão, saiba que se refere a “coisas que são muito antigas, tão antigas que já não se pode precisar exatamente quando foram feitas ou sucederam”, como escreve a VortexMag.

Por sua vez, a expressão “a banha da cobra”, produto vendido em tempos em feiras e mercados, que prometia tratar uma panóplia de problemas de saúde, reporta a um engano. Ficou assim conhecida pelo produto não ter nenhuma comprovação laboratorial. Certamente “coisas do arco da velha”, uma vez que se refere a uma situação sem sentido e que demonstra “alguma falta de noção por parte de quem a praticou”.

Mas, basta “ter boca para ir a Roma” e saber se, efetivamente, esta história é verídica. E nisso, confessemos, os portugueses, e os portuenses em particular, são especialistas. Basta pensarmos nas inúmeras vezes que, diretamente, já confrontamos um colega com alegada falta de moralidade. “Diz o roto ao nu”, dizemos, com a mesma frontalidade que brincamos com a expressão “nasceste com o rabo virado para a lua”. Ligada, possivelmente, a antigas crenças com as fases da lua, que “acreditavam que a sorte e o destino de uma pessoa eram determinados pela altura do ciclo em que nasciam”. “Supostamente as pessoas que nasceram com o rabo virado para a lua são pessoas sortudas, que mesmo sendo desorganizadas, pouco trabalhadoras ou afins, têm sempre sorte na vida. É quase utilizada para descrever uma situação injusta de favorecimento divino!”, lê-se na publicação.

“Chover a potes”, “bater as botas” e “bater o dente” são outras expressões tradicionalmente utilizados e que se referem, respetivamente, a muita chuva, à morte de alguém e, por último, ao frio ou medo, sendo que, neste caso, o significado depende sempre do contexto em que a expressão é utilizada.

Já se lhe disserem que foram a sua casa e “deram com o nariz na porta”, significa que não encontraram lá ninguém que lhes pudesse abrir a porta. Nessa altura, não se espante se lhes “chegar a pimenta ao nariz”… expressão utilizada para “descrever o momento em que alguém se começa a enervar ou irritar por algum motivo ou com alguém”. E sorte a sua se não tiver vontade de lhe “chegar a roupa ao pêlo”!

Talvez o melhor mesmo seja reunir os amigos à mesa, preparar-lhes uma boa refeição e rir-se com estas expressões do “tempo dos nossos avós”. No final, talvez o brindem também com a expressão “Está daqui!”, utilizada para fazer referência à boa comida, puxando levemente, claro, o lóbulo de uma orelha!

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