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Recolha de resíduos orgânicos vai chegar a 60% da cidade do Porto

Recolha de resíduos orgânicos vai chegar a 60% da cidade do Porto

A Câmara do Porto vai alargar a recolha seletiva de resíduos orgânicos às zonas habitacionais da cidade. Para tal, serão instalados mais de 500 contentores de proximidade e distribuídos mais de 60 mil contentores de 7 litros de capacidade nas residências abrangidas pelo projeto “Orgânico”.

No Dia Mundial da Terra, que se assinala esta quinta-feira, 22 de abril, o Município do Porto anuncia o lançamento da campanha Porto Orgânico. Alargar a recolha seletiva de resíduos orgânicos às zonas habitacionais da cidade do Porto, de forma a cobrir aproximadamente 60% da população, é o objetivo.

De acordo com a autarquia, esta recolha será implementada no setor residencial, “em áreas de elevada densidade populacional (edificação em altura), com a instalação de mais de 500 contentores de proximidade, com controlo de acesso e abertura por cartão eletrónico de identificação, juntamente com a distribuição de mais de 60 mil contentores de 7 litros de capacidade nas residências abrangidas pelo Projeto”.

Para efetuar este novo tipo de recolha, foram adquiridas quatro viaturas, movidas a gás natural.

A campanha Porto Orgânico prevê recolher cerca de 7 mil toneladas/ano de resíduos orgânicos, que serão depois encaminhados para valorização, transformando-se num composto orgânico (Nutrimais) que serve de fertilizante natural para vários fins, nomeadamente para a agricultura biológica.

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A implementação do projeto Orgânico está a cargo da empresa municipal responsável pela recolha de resíduos e limpeza da cidade, a Porto Ambiente, que assegurou o financiamento através de duas candidaturas no âmbito do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR) e de uma outra com o projeto “CityLoops”, um financiamento do H2020.

De referir que a recolha seletiva de resíduos alimentares no setor não doméstico na cidade do Porto é feita há mais de uma década, cobrindo atualmente cerca de 1000 estabelecimentos comerciais, como restaurantes, cafés, hotéis e cantinas.

Já a recolha seletiva porta a porta residencial, incluindo de resíduos alimentares, foi implementada em 2018 pela Porto Ambiente, numa área da cidade constituída por cerca de 2000 habitações unifamiliares.

“A expansão da recolha seletiva de biorresíduos é uma das principais prioridades do Município do Porto na gestão de resíduos urbanos, contribuindo para o aumento da sustentabilidade do sistema, em linha com um Porto Circular 2030 e dando passos firmes rumo a uma cidade mais sustentável e ambiciosa no combate às alterações climáticas”, salienta a autarquia.

Foto: Porto Ambiente

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