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Rally de Portugal 2016

Rally de Portugal 2016

Baixa recebe carros a toda a velocidade para Campeonato Mundial de Rally

As ruas da Baixa da cidade do Porto já começam a preparar-se para a receção da prova do Vodafone Rally de Portugal, que acontece na próxima sexta-feira, dia 20, com início marcado para as 19 horas e que está integrada no Campeonato do Mundo.
Esta street-stage é a que marca a estreia competitiva do Rally de Portugal em pleno centro do Porto, sendo a classificativa que fecha a etapa daquele dia da para o campeonato mundial. Apesar da prova começar apenas às 19 horas, o evento iniciar-se-á 12h45, “com o reconhecimento dos carros do Campeonato do Mundo de Ralis”.  
Os melhores carros de rali do mundo poderão ser vistos ao longo de um percurso de 1850 metros. Com início junto ao Teatro Municipal do Rivoli, na Praça D. João I, a prova tem como fim do percurso a Sé do Porto.
No trajeto está incluído um salto, junto ao edifício AXA, na Avenida dos Aliados, duas zonas onde os carros serão obrigados a girar 360 graus sobre um obstáculo e atravessar, por duas vezes, a placa central da mesma avenida.
Depois de atravessarem a mais conhecida avenida da Invicta, os automóveis de corrida vão competir, também, na zona da Trindade, tida como muito interessante a nível técnico, e ainda na zona da Estação de São Bento, onde os atletas vão iniciar a subida da Avenida da Ponte em direção à Sé da cidade.
raliAo longo deste percurso haverá vários lugares nas bancadas colocadas pela organização, que estarão à venda brevemente. No entanto, o público também poderá assistir à prova em várias zonas de peão que estarão abertas. Para quem quiser assistir à prova a partir de casa ou do trabalho, esta será transmitida na RTP para cerca de 160 países.
A Câmara Municipal do Porto e o Automóvel Clube de Portugal garantiram ao longo dos últimos meses que a segurança será uma das prioridades na organização desta street-stage. Assim, em volta dos locais por onde passarão os automóveis, haverá barreiras de betão e redes e, ainda, sanitários, passagens superiores e um forte dispositivo policial.
Também a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) aceitou “limitar ao máximo” as condicionantes de acesso à avenida dos Aliados e envolvente devido à classificativa do rali.
“Segundo calculam os técnicos do pelouro da Mobilidade, da Proteção Civil e Polícia Municipal, os impactos na mobilidade da cidade serão menores do que os provocados, por exemplo, com o cortejo da Queima das Fitas”, revelou o município. A Câmara de Rui Moreira explicou que “o próprio desenho” da prova, pontuável para o Campeonato do Mundo de Ralis, “foi concebido a pensar na mobilidade da cidade, limitando os constrangimentos à zona da prova”.
percursoraliA circulação automóvel vai estar proibida a partir das 21 horas da próxima quinta-feira, dia 19, até às 3 horas de sábado, dia 21, numa zona que abrange as imediações da avenida dos Aliados e da Sé/Batalha. Já na sexta-feira, dia da prova, entre as seis horas e a meia-noite, o trânsito vai estar condicionado nas ruas de Ceuta, Clérigos, Camões, Mouzinho da Silveira, Passos Manuel e Alexandre Herculano.
Por sua vez, o acesso à zona onde passarão os melhores automobilistas do mundo será facilitado em termos de transportes públicos. A Metro do Porto vai reforçar a operação durante a próxima sexta-feira, uma vez que o serviço de autocarros será afetado.
De acordo com a empresa, está previsto um reforço na operação em todas as linhas, que se prolongará até que o público abandone a Baixa da cidade, ou seja, ao final do dia.
A Metro do Porto sugere a utilização preferencial das estações da Trindade e do Bolhão, adiantando que, “por razões de segurança”, a estação dos Aliados vai estar encerrada.
Nesse dia, a estação de S. Bento “poderá ter acessos pontualmente condicionados se as condições de segurança assim o determinarem”, acrescenta.
Com esta prova no centro da cidade, a autarquia do Porto espera conseguir levar a imagem da Baixa a milhões de telespectadores em todo o mundo, trazendo a verdadeira competição do Mundial de Ralis para o centro pela primeira vez na sua história.
No ano passado, a despesa direta total gerada pelo Vodafone Rally de Portugal na economia do turismo do Porto e Norte de Portugal, assegurada por adeptos e equipas, atingiu os 65,2 milhões de euros. Este ano, com uma prova no centro da Invicta, os resultados poderão ainda atingir melhores valores para a região.

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Texto: Raquel Andrade Bastos

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