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Programa de Consumo Vigiado do Porto vai ter serviço móvel

Programa de Consumo Vigiado do Porto vai ter serviço móvel

Cerca de dois mil utilizadores e um total de 51.114 consumos depois, o Programa de Consumo Vigiado (PCV) do Porto está a projetar integrar o serviço móvel. Ao abrigo do Plano Operacional de Respostas Integrada, foi assinado um contrato entre a Câmara do Porto, a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte, IP), o Centro Distrital do Porto do Instituto da Segurança Social (ISS, IP) e o Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências (SICAD), que prevê a continuidade da operação da estrutura instalada na zona da Pasteleira.

“Depois de ter assumido, integralmente, o financiamento da unidade durante os primeiros 12 meses de atividade, assim como durante a tramitação do concurso público para que a resposta não fosse interrompida, a Câmara do Porto manterá, a partir de agora, os encargos com a locação da infraestrutura”, anuncia o portal de notícias da autarquia.

Assim, o Município do Porto irá adquirir uma unidade móvel com o objetivo de “oferecer o mesmo serviço em vários pontos da cidade”, mantendo o “financiamento do aluguer da estrutura amovível”, enquanto que o SICAD garante a equipa técnica em ambas as estruturas.

A fim de evitar que o consumo ocorra na via pública, a autarquia investiu 650 mil euros no Programa de Consumo Vigiado, sendo que, com base no relatório final do primeiro ano de operação, a Câmara do Porto, a ARS N, o ISS e o SICAD afirmam que “a avaliação favorável do período experimental, promovida pela Comissão de Implementação, Acompanhamento e Avaliação do PCV, é apenas possível pelo envolvimento e diálogo contínuo e colaborativo entre todos: parceiros, comunidade e diferentes partes interessadas”.

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Além do consumo assistido, o projeto integra, ainda, a “distribuição de materiais de prevenção, a educação para práticas mais seguras, o rastreio de doenças infeciosas com respetivo encaminhamento para confirmação de diagnóstico e tratamento, o acompanhamento médico e de enfermagem, o apoio psicossocial com ligação aos serviços sociais e o aconselhamento e referenciação para o tratamento da toxicodependência”, assim como uma consulta descentralizada de infeciologia de forma a “identificar barreiras ao rastreio e ao tratamento do VIH e das hepatites virais, promovendo a implementação de soluções que visam a sua mitigação”.

De acordo com a mesma fonte, o contrato que permitirá dar continuidade ao serviço terá a duração de 24 meses e um financiamento total de 460 mil euros.

Foto: Porto.

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