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Primeira Grande Guerra “rememorada” no Porto

Primeira Grande Guerra “rememorada” no Porto

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“Rememorar 1914” é um conjunto de iniciativas culturais destinadas a lembrar a influência da I Guerra Mundial na memória nacional e da cidade do Porto.

A 28 de julho de 1914 tinha início a primeira Grande Guerra, o único conflito global em que Portugal participou. Um século depois, a Universidade do Porto e a Replicantes – Associação Cultural vão assinalar o primeiro centenário da Grande Guerra com um programa de iniciativas culturais destinadas a lembrar a influência da I Guerra Mundial na memória nacional e da cidade do Porto. O projeto, intitulado “Rememorar 1914”, arranca a 17 de maio, às 21h30, com “Olhares do Cinema sobre a Grande Guerra”, ciclo organizado em parceria com a Cinemateca Portuguesa, que levará aos claustros da Reitoria a exibição de curtas-metragens inéditas do espólio do Arquivo Nacional de Imagens em Movimento e de “Nosferatu”, longa-metragem do mestre do expressionismo alemão F.W. Murnau que serve de metáfora da Guerra.
A 31 de maio, a partir das 10h00, o jornalista e historiador Germano Silva vai conduzir uma visita guiada que servirá para “Revisitar os lugares e as memórias do Porto da Grande Guerra”, num percurso que vai do Museu Militar à Praça Carlos Alberto, passando pela Junta de Freguesia do Bonfim, Liga dos Combatentes e a Reitoria da Universidade do Porto.
A 5 de junho, a partir das 15h30, o Salão Nobre da Reitoria será palco de uma conferência/colóquio sobre o Direito, a Política, a Arte e a História no período de 1914-1918, conduzida por docentes da Universidade do Porto, casos de Manuel Loff (FLUP) e Leonor Soares (FLUP).
O “Rememorar 1914″ encerra às 21h30 do dia 13 de junho com um concerto de jazz ao ar livre, na Praça Gomes Teixeira, com reportório da época da Grande Guerra, escolhido e interpretado pelo pianista Filipe Melo, acompanhado por contrabaixo e bateria.
Na apresentação da iniciativa, Manuel Janeira, Pró-Reitor da U. Porto, lembrou que a instituição tem responsabilidades acrescidas na preservação da memória da I Guerra Mundial, onde vários estudantes da Universidade faleceram em combate, facto que para sempre ficou assinalado no edifício da Reitoria pelo Monumento aos Estudantes da Universidade mortos na Guerra de 1914-1918.

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