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Portugueses desenvolvem robôs para utilização em aquacultura

Portugueses desenvolvem robôs para utilização em aquacultura

“É importante o aumento da tecnologia para melhorar a qualidade do pescado, subir a rentabilidade e reduzir o impacto ambiental [da atividade]”, referiu.
“É necessário um sistema de produção que não tenha acolhimento dos humanos e permita uma produção com rentabilidade. A monitorização e controlo têm de ser bastante grandes e a forma como o humano realiza estas atividades não é muito precisa nem exata”, acrescentou o responsável.
Em declarações à Lusa, o professor do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) explicou que os sistemas computacionais, de sensores e robôs, têm a exatidão e precisão exigida para este tipo de produção. Assim sendo, a aquacultura é uma das áreas em que os robôs podem dar uma ajuda, através de tecnologia já desenvolvida para a busca e salvamento em alto mar ou para a monitorização ambiental. “Os sensores que o INESC TEC desenvolveu para o ambiente, para a deteção de compostos químicos, por exemplo, podem ser usados na aquacultura”, tanto pelas instituições de investigação, como pelos próprios produtores, especificou Eduardo Silva.
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