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Portugal, Irlanda e Espanha bem posicionados para subida de ‘rating’

Portugal, Irlanda e Espanha bem posicionados para subida de 'rating'
A agência de notação financeira Fitch considera que estes países estão bem posicionados para uma melhoria de ‘rating’ no médio prazo.

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Numa nota hoje divulgada, a Fitch acredita que Portugal, Irlanda e Espanha são os países periféricos da zona euro com maior potencial para, no médio prazo, conseguirem subidas de mais de um nível nos seus ‘ratings’, que caíram mais durante a crise, comparativamente com a Itália e a Eslovénia, e registaram menos danos e riscos negativos do que Chipre e a Grécia.
A agência não prevê, no entanto, que qualquer um destes países consiga recuperar as classificações das suas dívidas soberanas para níveis pré-crise num futuro previsível.
“Isto reflete não só a trajetória longa e difícil de ajustamento que têm pela frente, mas também o legado da crise”, considera.
Em abril, a Fitch atualizou a perspetiva de Portugal, passando-a de ‘negativa’ para ‘positiva’, mas manteve o ‘rating’ do país em ‘BB+’.
Apesar de classificar o risco de pagamento da dívida de Portugal como “BB+”, ou seja, no primeiro nível em que deixa de aconselhar investimento, a Fitch admitia rever a nota para um nível positivo “em breve”, sendo que a próxima atualização do ‘rating’ de Portugal estará agendada para 10 de outubro.
De acordo com a nota da Fitch, a recuperação dos ‘ratings’ de algumas economias da periferia da zona euro será possível num cenário de retoma da economia e descida dos rácios de dívida.
No entanto, a agência refere que será “cautelosa” em relação às perspetivas de médio prazo na zona euro, uma vez que “muitos países enfrentam um longo período de convalescença e risco de recaída”.

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