Campanha Aquastop - CIN

Porto apela à mobilização da sociedade no “Pacto para o Clima”

Porto apela à mobilização da sociedade no

O município do Porto acaba de apresentar o “Pacto do Porto para o Clima”, um compromisso com “metas ambiciosas” no que respeita à neutralidade carbónica e que convida a sociedade a participar.

Para o vice-presidente da Câmara Municipal, Filipe Araújo, a meta só poderá ser alcançada se existir uma “união entre todos”, pelo que o desafio se dirige a “instituições, academia e empresas”.

Para elucidar os cidadãos da importância do pacto em causa, o responsável anunciou a criação de um site, disponível desde o último dia de janeiro, onde “qualquer instituição pode subscrever o pacto” e ter acesso a um conjunto de informações sobre medidas com impacto ambiental e oportunidades de financiamento para implementá-las.

“Os interessados poderão subscrever o documento de forma voluntária, não vinculativa e sem custos”, destaca a autarquia, na nota divulgada na sua página oficial.

Na sua intervenção, Filipe Araújo realçou o “enorme empenho” dedicado pelo município às causas ambientais. “Somos presidentes do Fórum do Ambiente da rede Eurocities. Temos alinhado os nossos desafios e ambições pela agenda europeia. Subscrevemos o Acordo Cidade Verde e o Pacto de Autarcas para o Clima e Energia”, detalhou, mostrando-se bastante satisfeito pelo objetivo da Câmara Municipal, de reduzir, até 2030, as emissões de gases com efeito de estuda em 60%, estar “praticamente alcançado”.

“Até 2019 já atingimos 48% dessa redução. Estamos muito próximos de atingir já a meta”, referiu, sublinhando ainda que o papel do município é limitado. “Só somos responsáveis por 6% das emissões de gases na cidade. A maioria vem dos edifícios e dos transportes, são 90%, e vão exigir um grande esforço de descarbonização nos próximos anos. A neutralidade carbónica é uma oportunidade para uma transição justa e equitativa”, alertou.

O executivo municipal sente-se confiante para “atingir a neutralidade carbónica já na próxima década”, mas reforça que deve haver “um esforço coletivo”. “[Este] deve ser amplamente participado, tem de envolver os habitantes, o Governo, a Comissão Europeia”, completou o vice-presidente, citado no Porto..

PUB
 www.pingodoce.pt/responsabilidade/bairro-feliz/?utm_source=cm&utm_medium=banner&utm_term=leaderboardmobile&utm_content=votacao&utm_campaign=bairrofeliz