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Politécnico do Porto expande-se até à América Latina

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O Instituto Politécnico do Porto (IPP) quer expandir a criação de laboratórios remotos para o Brasil e para a Argentina, de forma a apoiar e facilitar o ensino da Engenharia Eletrotécnica e Eletrónica.

Esta iniciativa, segundo Carlos Ramos, vice-presidente do IPP, tem como objetivo permitir que os professores possam realizar “trabalhos conjuntos com estudantes de outros países” e que os alunos possam “desenvolver projetos sem a infraestrutura necessária para construir um laboratório”.
“Tirámos partido da existência de um programa europeu (…) a lógica é que se possa tirar benefício do laboratório a partir de vários países a nível mundial”, destacou o responsável.
O vice-presidente do IPP explicou que os laboratórios remotos são estruturas físicas que podem ser controladas à distância, podendo ser feitas experiências “sem necessidade de os pesquisadores e investigadores estarem fisicamente” no local.
A expansão para a América Latina será realizada a partir do projeto europeu VISIR (Sistemas de Instrumentação Virtual em Realidade) que está atualmente em funcionamento no Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), integrado numa rede de laboratórios criados na Suécia e espalhados pela Áustria, Espanha, Geórgia e Índia.
Carlos Ramos referiu que, no Brasil, o VISIR+ quer criar laboratórios físicos no Instituto Federal de Santa Catarina, na Universidade Federal de Santa Catarina e na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, que permitam depois a realização de “experiências sob essas infraestruturas que existem”.

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