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“Pobreza extrema” cresceu em Portugal

“Pobreza extrema” cresceu em Portugal
“Temos cada vez mais pessoas a cair na pobreza extrema, na pobreza mais severa. Não só há mais gente pobre, como mais gente muito, muito pobre”, reconheceu o responsável da Cáritas.

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O presidente da Cáritas Portuguesa, Eugénio Fonseca, alertou esta quinta-feira que é crescente o número de pessoas em situação de “pobreza extrema” em Portugal. “Temos cada vez mais pessoas a cair na pobreza extrema, na pobreza mais severa. Não só há mais gente pobre, como mais gente muito, muito pobre”, lamentou, no Dia Internacional da Erradicação da Pobreza.
Em declarações à Lusa, o responsável defendeu que a única forma de “retirar estas pessoas da pobreza” é dando-lhes “um novo posto de trabalho”. Contudo, “enquanto isso não acontece”, acrescentou, é necessário “beneficiá-las com medidas compensatórias, as que estão relacionadas com a proteção social”. Eugénio Fonseca admitiu ainda ter “muito receio” de que, “se não houver uma estratégia bem objetiva que tenha como fim as pessoas e não o capital, muitas pessoas não voltem a encontrar o posto de trabalho que perderam”. “Não sei o que é que poderemos ganhar com isso, porque depois de superada a crise não sei se teremos as pessoas animicamente preparadas e motivadas para contribuírem para o desenvolvimento do país como todos desejamos”, salientou.
“Reinventar novas formas de trabalho” é, para o presidente da Assistência Médica Internacional (AMI), Fernando Nobre, a única solução para a “situação de mudança” em que se encontra a sociedade, já que “as novas tecnologias vão excluir muitos postos de trabalho”.

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