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Pedro Guedes

Pedro Guedes

“Gaia tem tudo. Praia, família, amigos e muita qualidade de vida”

Falar em Pedro Guedes é falar numa vida de sucesso, que começou bem cedo. Desde os 16 anos que é manequim, tendo já trabalhado com marcas de alto gabarito a nível internacional.

Nasceu em Vila Nova de Gaia, no dia 1 de maio de 1979, sendo que hoje é uma das grandes referências da moda em Portugal.

A VIVA! esteve à conversa com Pedro Guedes, onde teve a possibilidade de conhecer um bocadinho sobre o próprio, não só à luz de um ponto de vista profissional, mas também pessoal.

Quem é o Pedro Guedes? Quais são as características que melhor o definem?

As características que melhor definem o Pedro Guedes são a boa disposição com muito sentido de humor, super prático, muito atento às pessoas e à sua energia e sempre com muita compaixão e carinho.

Qual a principal qualidade e defeito?

A minha principal qualidade é o meu senso comum e compaixão e o meu pior defeito é ser teimoso.

O que não suporta nas outras pessoas?

Diria que o que me custa mais em aceitar nas pessoas é falta de respeito pelo próximo e olharem apenas para o seu umbigo.

Passatempo preferido?

Sou uma pessoa muito ativa e adoro fazer atividades físicas, sendo que o surf está em número um. 

E a comida favorita, qual é?

Sou apaixonado por frango de churrasco!

Falando um pouco das suas origens: onde nasceu e cresceu?

Nasci no Porto e cresci em Vila Nova de Gaia. Fui criado na quinta da minha avó com galinhas, coelhos e vacas, no meio do milho e árvores de frutos onde podia brincar aos índios e cowboys ao mesmo tempo, uma infância muito feliz e cheia de peripécias.

O que é que a sua personalidade herdou da cidade de Gaia?

O que herdei de Gaia foi amar tanto esta cidade, que posso viajar o mundo todo e, no final do dia, quero viver aqui onde sou muito feliz e completo, com a minha família e amigos e a praia aqui ao lado.

Como foi a sua infância? Guarda muitas memórias felizes?

A minha infância era eu e o meu irmão a ser o mais piratas possível, a subir às árvores, a fazer cabanas de madeira e a jogar à bola na casa da minha avó. Jogávamos futebol no Candal e os meus pais sempre nos acompanharam e estavam muito presentes na nossa vida, lembro-me muito bem que a nossa imaginação era o motor para todas as brincadeiras. Tenho muitas boas memórias!

Qual o lugar que mais o encanta nas cidades do Porto e Gaia?

Para mim vai ser sempre a praia, por ser viciado em surf, mas temos vários monumentos e locais épicos que podemos visitar e sentir que somos turistas na nossa cidade, onde podemos ver um pôr-de-sol mágico e ficar ainda mais apaixonados pela nossa cidade.

Estreou-se como modelo, muito novo, ao lado do seu irmão, sendo ainda considerado um dos manequins mais bem sucedidos do país. Sempre almejou este sucesso?

Realmente as coisas acontecem e nunca pensámos que dois miúdos de Coimbrões podiam chegar ao topo da moda mundial e trabalhar com os melhores designers, fotógrafos e modelos. Viajar pelo mundo tem sido uma viagem incrível e poder chegar tão longe ao lado do meu irmão foi ainda mais épico.

Ainda se recorda como tudo começou? O que sentiu naquela altura?

Esses sentimentos são difíceis de esquecer. Parecia que era sempre manhã de natal, cada vez que recebia propostas de trabalho internacionais que, até ao momento, ainda nenhum modelo em Portugal tinha feito e, com praticamente 18 anos e sem grande experiência de vida, foi como se estivesse a ter acesso à caixa de pandora.

E, agora, passado tantos anos, como olha para esse momento?

Continuo a pensar que, realmente, na nossa vida, temos de ter aquela estrelinha ao nosso lado, e ao mesmo tempo ter os pés bem assentes na terra para poder desfrutar de todos os momentos sem perder a noção da realidade.  Era impossível imaginar andar na escola secundária e de repente viajar para Nova Iorque, para trabalhar com as melhores marcas de moda e depois voltar para a escola e agir como se fosse tudo normal. Não era fácil lidar com o turbilhão de sentimentos quando és tão jovem, mas foi isso que me fortaleceu e ajudou a crescer.

Acha que foi essa oportunidade como manequim que traçou o seu caminho?

Este tipo de trabalho é saber aproveitar as oportunidades, mas ao mesmo tempo é preciso ser mentalmente forte para manter sempre os teus objetivos.  Os meus eram sempre ser feliz e ter saúde, para aproveitar ao máximo este estilo de vida que tanto nos dá e me acrescentava.

Já desfilou em várias passerelles, nacional e internacionalmente. De todos os desfiles que já fez, há algum que tenha sido particularmente especial? Se sim, qual e porquê?

Realmente é difícil numerar um que tenha sido o mais especial até porque o nível dos trabalhos era muito elevado! Contudo, posso dizer que trabalhava diretamente para a Armani e fazia todos os desfiles, showroom e catálogos e sentia que fazia parte da família.  Era muito bem recebido, com tratamento acima da média por parte da equipa, então era com muito orgulho que trabalhava e representava a Casa Armani em Milão.

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Conte-nos uma história caricata que tenha vivido nos seus tempos de modelo.

Posso dizer que estava em Milão e fiquei confirmado para o desfile da Casa Ferragamo em Florença, mas fiquei doente e o meu irmão teve de agarrar no meu passaporte e passar-se por Pedro Guedes durante dois dias. Acho que foi engraçado, porque sempre que chamavam Pedro ele não respondia porque esquecia-se que era ele, mas no final correu tudo bem.

É um apaixonado assumido por viagens. No total, quantos países já visitou?

Tinha muitas contas a fazer, mas posso dizer que são muitos os países e vários continentes em que já vivi como modelo, desde quase todas as grandes cidades europeias,  Estados Unidos da América, Japão,  África do Sul, Israel,  Istambul e  Hong Kong.

Qual a viagem mais especial que já fez?

Diria que quando fui para África do Sul viver para a Cidade do Cabo em 1997/98. Tinha uma qualidade de vida incrível e estava a fazer o que gostava.

Prefere viajar sozinho ou em família?

Viajar sozinho é bom no sentido de crescemos mais rápido porque temos de nos desenrascar sozinhos e estamos mais disponíveis para conhecer outras pessoas, mas viajar em família é lindo para criar memórias.

Diria que gosta mais de destinos de praia ou conhecer a cultura de cada país?

Adoro praia! Não tem mesmo como mudar isso, até porque viajei tanto em trabalho para tantas cidades sem praia que, sempre que podia escapar era para lá que eu ia…

O desporto é outra das grandes paixões. Quantas e quais modalidades pratica?

Sim, é verdade. Sou apaixonado por surf, golf, futebol, stand up padel, escalada, bicicleta, skate, natação e ginásio.

Se tivesse que abdicar de alguma, qual deixaria para trás e porquê?

Vai ter de ser o futebol. Tinha parado durante alguns anos e agora voltei, mas foi dos desportos que realmente mais me custou parar.

Qual a importância do desporto na sua vida?

Posso dizer que o desporto me salvou a vida, porque trabalhar como modelo ouves muitas vezes a palavra não. E quando se é jovem e pensamos que podemos conquistar o mundo, é muito difícil de digerir, e com o desporto pude aliviar muito stress e ansiedade que este trabalho me fez sentir.

O que diria às pessoas que ainda não incluíram a prática desportiva nos seus hábitos diários?

Eu digo que não precisam de ser atletas profissionais. É suficiente movimentar-nos para sentir os benefícios físicos e mentais que a atividade física proporciona.

Falando na ligação que tem com o Brasil. O que mais o encanta no país?

Primeiramente, o facto de ter a família e amigos da Kelly é suficiente para me sentir em casa. Depois, é a maneira de ser e de viver das pessoas que são muito abertas e recebem muito bem quem os visita. São muito hospitaleiros. E claro, não pode faltar o bom tempo e a comida.

Quais as principais diferenças que identifica entre Portugal e Brasil?

Acho que em Portugal as pessoas não são tão dadas como no Brasil. Aqui não é tão fácil fazer amigos de um dia para o outro e lá depois de duas horas, já sabes a vida das pessoas e já estás a ser convidado para um churrasco para casa deles, é maravilhoso.

Para viver Gaia continuará a ser a melhor opção?

Gaia tem tudo. Praia, família, amigos e muita qualidade de vida.

Tem mais de 70 mil seguidores no instagram. De que forma é que esse número influencia as mensagens que transmite? É uma preocupação sua?

A minha preocupação é sempre ser o mais genuíno e sincero possível. Espero que as pessoas gostem e se identifiquem com o meu conteúdo para continuarem a seguir e a dar-me força e apoio.

Dizem que o papel das pessoas com alguma exposição pública passa também pelo lançamento de temas importantes. Concorda?

Sempre que algo é importante para mim, tento transmitir. Acima de tudo quero passar boa disposição e energia, até porque o mundo já está muito fustigado de energias negativas.

Se sim, de que forma o tenta fazer através do seu perfil?

Eu tento ser o mais fiel à minha maneira de ser e passar os valores de família e amigos e tentar sentir-me sempre bem com a vida.

Que planos tem para o futuro, tanto a nível pessoal como profissional? Há alguma coisa que possa revelar?

Os planos são sempre os mesmos. Continuar a ser feliz, ter saúde e aproveitar ao máximo as oportunidades que surgem sempre com muito profissionalismo e dedicação. Aumentar a família também faz parte dos planos. Vamos esperar para ver as cenas dos próximos capítulos.

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