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O último adeus a Paulo Cunha e Silva

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Figuras das mais diversas áreas reuniram-se, esta quinta-feira, no Rivoli Teatro Municipal, para o último adeus ao vereador Paulo Cunha e Silva, que marcou, irremediavelmente, o panorama cultural da cidade do Porto e do país.

Um dos momentos mais emotivos da cerimónia de despedida foi protagonizado por Pedro Abrunhosa, que subiu ao palco onde estava instalada a urna em câmara ardente para tocar duas músicas ao piano, emocionando a plateia do lotado auditório Manoel de Oliveira. O cortejo fúnebre arrancou poucos minutos depois das 14h00, seguindo em direção à Igreja da Lapa. À saída do caixão, coberto com a bandeira da cidade Invicta, demorados aplausos homenagearam aquela que foi, para muitos, a personalidade que mais revolucionou a cultura portuense. Aliás, segundo noticiou o JN, António Costa, um dos políticos que marcou presença nas cerimónias fúnebres, afirmou mesmo que o autarca seria “uma forte possibilidade para ministro da Cultura”, num governo socialista.
O vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, também não deixou de prestar uma última homenagem a Paulo Cunha e Silva. Na quarta-feira (um dia depois da queda do Governo na Assembleia da República), o líder do CDS/PP esteve na sala de espetáculos do Rivoli, juntamente com a irmã, Catarina Portas, para um último adeus ao vereador.
Licenciado em Medicina, Cunha e Silva era mestre e doutor na Universidade Porto, onde foi professor de Anatomia. Mais recentemente, lecionava também Pensamento Contemporâneo na Faculdade de Desporto daquela instituição. Foi um dos principais rostos da programação do Porto 2001, tendo sido eleito para vereador da Cultura da Câmara Municipal da cidade nas eleições autárquicas de 2013. Além disso, era presidente da Comissão de Cultura do Comité Olímpico Português e colaborava com a Fundação Gulbenkian e a Fundação Serralves há vários anos.

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