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Museu da Misericórdia do Porto será inaugurado em dezembro

Museu da Misericórdia do Porto será inaugurado em dezembro
O projeto, orçado em mais de 1,2 milhões de euros, contará com uma comparticipação na ordem dos 872 mil euros pelo FEDER.

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A Santa Casa da Misericórdia do Porto (SCMP) assinou esta terça-feira com a Autoridade de Gestão do “ON.2 – O Novo Norte” um contrato de financiamento destinado à criação do museu da instituição que deverá ser inaugurado em dezembro. Orçado em mais de 1,2 milhões de euros, o projeto conta com uma comparticipação pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) de 872 mil euros.
“Gostaríamos de inaugurar o museu no dia 8 de dezembro”, afirmou o provedor da SCMP, António Tavares, referindo ainda que “todo o trabalho que há de ser a coleção permanente já está realizado e que, portanto, há condições para que ainda antes do final do ano se possa fazer abertura”. “Trata-se da concretização de um sonho com mais de 100 anos, porque a ideia já tinha sido lançada no final do século 19, devido ao grande acervo que a Santa Casa tem”, acrescentou, salientando que o projeto inclui um restaurante.
Localizado na rua das Flores, em pleno centro histórico do Porto, o futuro Museu da Misericórdia vai acolher o vasto espólio artístico da SCMP, do qual se destaca “a obra maior da pintura flamenca”, o quadro “Fons Vitae”, o primeiro quadro que D. Manuel I ofereceu à Santa Casa. A exposição permanente do museu acolherá também “os painéis de Diogo Teixeira, muita pintura, a maior coleção de retratos existente em Portugal, cerca de cinco centenas, e tudo o que tem a ver com a paramentaria, a arte sacra e com a ourivesaria”.
Os serviços administrativos da SCMP que funcionavam no edifício que irá acolher o museu vão ser transferidos para outros imóveis da instituição. António Tavares adiantou ainda que está a ser estudada a possibilidade de expandir o espaço físico do museu, adquirindo o edifício contíguo, porque “grande parte da coleção da Santa Casa nem sequer vai poder ficar exposta em permanência porque não há condições físicas para todo o espolio”.
Na assinatura do contrato de financiamento esteve presente o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Emídio Gomes, que considerou que “tornar parte deste espólio visitável pelo público é um grande motivo de orgulho para o Porto e para a região”.

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