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Miguel Relvas diz que se sentiu “pressionado”

Miguel Relvas diz que se sentiu

«Porque é que me foi dado 32 minutos para responder a uma pergunta a meio da tarde, num caso que já não tinha atualidade, que já tinha sido na véspera abordado no Parlamento?», questionou Relvas. «Foi nessa base que me insurgi com a editora de política do Público e com a diretora do jornal», acrescentou. Assumindo-se «de consciência tranquila», Relvas garantiu que, na adição de hoje na ERC, «todas as questões foram respondidas» reiterando que «não houve da minha parte qualquer pressão nem ameaças.» «Não falei com a jornalista em causa, nem tenho conhecimento da vida pessoal dela», garantiu. Relvas desmentiu ainda a acusação do conselho de redação do Público de ter ameaçado promover um «blackout» àquele jornal. Miguel Relvas fez questão de afirmar que lhe «custou estar oito dias calado», mas entendeu que primeiro deveria pronunciar-se «no órgão próprio» sobre o caso. Ainda hoje, a diretora do Público, Bárbara Reis, irá prestar esclarecimentos ao regulador, no âmbito do inquérito em curso, bem como a editora de Política, Leonete Botelho. Recorde-se que o conselho de redação do Público afirmou, na passada sexta-feira, que Miguel Relvas ameaçou queixar-se ao regulador do setor, promover um «blackout» de todos os ministros ao jornal e divulgar, na Internet, dados da vida privada de uma jornalista, se fosse publicada uma notícia sobre o caso das secretas.
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