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Metro do Porto adjudica desenho da linha Casa da Música – Santo Ovídio

Metro do Porto adjudica desenho da linha Casa da Música – Santo Ovídio

A Metro do Porto anunciou esta terça-feira a adjudicação do contrato para desenhar a linha Casa da Música – Santo Ovídio, designada como “a segunda linha de Gaia”, ao consórcio formado pela Ayesa, Engenharia e Arquitectura, e pela Quadrante, Engenharia e Consultoria.

“A proposta deste consórcio hispano-português foi a vencedora do concurso público internacional lançado a 26 de abril deste ano”, revelou, numa nota publicada na sua página oficial, onde indica que o valor global do contrato formalizado é de 2.879.947 euros e que o prazo de execução é de um ano.

Segundo adianta, a equipa da Ayesa/Quadrante avança “desde já para a conceção da nova ligação” entre o Porto e Vila Nova de Gaia, um investimento total de 299 milhões de euros da Metro do Porto que integra o Plano de Recuperação e Resiliência.

Nos próximos meses, o consórcio deverá apresentar o estudo prévio da empreitada, de forma a que o concurso público para a construção seja lançado ainda no próximo ano.

Em causa, recorde-se, está uma linha com uma extensão de seis quilómetros, composta por sete estações, nomeadamente Casa da Música, Campo Alegre, Arrábida, Candal, Rotunda VL8, Devesas e Soares dos Reis, que, segundo perspetiva a Metro do Porto, deverá ser executada entre 2023 e 2025.

Do seu traçado fará parte uma nova ponte sobre o rio Douro, que, será, exclusivamente, destinada a metro, peões e a meios de mobilidade ligeira. Esta será objeto de um “concurso de conepção autónomo”, cujas 27 propostas apresentadas se encontram atualmente “em fase final de análise pelo júri”, sublinha a Metro do Porto.

A segunda linha de Gaia vai também criar uma ligação e um rebatimento diretos com os serviços da CP na Estação de comboios das Devesas, dando origem a um novo interface modal em Gaia, além de assegurar o serviço de Metro a uma das zonas mais populosas da Área Metropolitana do Porto.

Para a empresa, trata-se de um “investimento que aliviará a pressão sobre a Linha Amarela (Hospital de São João/Santo Ovídio)”, entre outras vantagens, sendo “uma das principais obras que o governo português incluiu no Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), financiado pela União Europeia”.

O contrato de financiamento relativo à globalidade do investimento nesta linha, no montante de 299 milhões de euros, foi formalizado, na última semana, entre a Metro do Porto e a estrutura de missão Recuperar Portugal, entidade gestora do PRR.

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