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Menezes admite extinguir Gaiurb e Gaianima e privatizar piscinas

À margem de uma receção ao embaixador do Japão, o autarca afirmou que apenas uma empresa municipal não pode ser extinta: “a Águas de Gaia, porque é muito competitiva e articulada”. “Mas, em relação às da área do Urbanismo e de gestão de equipamentos, admito que possamos caminhar para a sua integração no município”, salientou. Ainda assim, Menezes assegurou que despedir trabalhadores não é uma possibilidade. “Temos de olhar bem para a lei, [relativa à redução do número de empresas municipais] porque está fora de questão haver despedimentos”, referiu.
De acordo com fonte governamental, o novo regime jurídico das empresas municipais vai ser aprovado esta quarta-feira, no Parlamento. A orientação do Governo prevê a redução para metade das cerca de 400 empresas, com a extinção das que tenham capitais insuficientes, receitas de atividade que não cubram, pelo menos, 50 por cento dos gastos totais e subsídios de exploração superiores a metade das receitas.
O presidente da autarquia revelou ainda que a gestora de equipamentos municipais Gaianima deverá transferir, brevemente, para privados a gestão de determinadas piscinas do município. “Porventura, serão as piscinas da Granja, Lever e Maravedi e o acordo está a ser negociado com o grupo Sonae. Penso que em setembro estaremos em condições de concretizar esse acordo”, anunciou.

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