RECHEIO 50 ANOS

Matosinhos apoia famílias e empresas em ano desafiante

Matosinhos apoia famílias e empresas em ano desafiante

O último ano foi verdadeiramente desafiante para todos os portugueses, que viram parte das suas vidas, novamente, estagnadas devido à situação pandémica. Muitos refletiram e recuaram nos planos traçados, outros tantos continuaram a viver ao “sabor” da pandemia e houve ainda quem tivesse tido a ousadia de continuar a apostar em novos projetos.

Entre tantos desafios, dúvidas e anseios, o apoio dos municípios revelou-se crucial e, em Matosinhos, esse foi dado com a força e a pujança que, desde o início, caracterizaram o mandato da presidente Luísa Salgueiro.

A autarquia esteve ao lado dos seus munícipes de forma incondicional, apoiando-os nos mais diversos setores, desde os estabelecimentos de restauração aos de ensino, passando pelo comércio tradicional e o setor da cultura, sem esquecer, claro, as famílias matosinhenses.

Uma das primeiras iniciativas implementadas pela autarquia foi a criação de um “Sistema Municipal de Gestão de Emergência de Matosinhos (SMGEM)”, um projeto “pioneiro” no país”, que, logo em janeiro, permitiu a partilha de informação de ocorrências entre bombeiros, polícia municipal e proteção civil, em tempo real. O sistema em causa, segundo anunciou, na altura, a Câmara Municipal possibilitou “uma integração das ocorrências, cruzando dados, gerindo meios e recursos”, o que “diminuiu os tempos de resposta” e permitiu atuar de forma “mais célere e eficaz” às diferentes ocorrências. 

Estas três forças [bombeiros, polícia municipal e proteção civil] mantiveram, de resto, um contacto bastante próximo desde o início da pandemia, atuando, em simultâneo, com o objetivo único e primordial de apoiar os cidadãos.

Nos estabelecimentos de restauração, o município foi, igualmente, implacável, criando sucessivas iniciativas para ajudar os profissionais da área, considerada uma das mais afetadas ao longo destes dois anos, devido às múltiplas regras de acesso aos espaços e ao seu encerramento por períodos indefinidos. Exemplo disso foi o “Matosinhos.come”, um programa que arrancou em novembro de 2020 e se prolongou por vários meses de 2021, levando refeições ao domicílio aos cidadãos do concelho de Matosinhos e concelhos limítrofes num raio de cinco quilómetros, num total de 54 uniões de freguesias de Vila do Conde, Maia, Valongo, Gondomar, Porto e Vila Nova de Gaia.

Realizado em parceria com a autarquia, o setor da restauração local e MATOCOOPER – Cooperativa de Táxis do Concelho de Matosinhos, o serviço de “entregas ao domicílio” de refeições esteve em vigor durante cerca de seis meses e envolveu uma média de 250 estabelecimentos aderentes, com uma frota de 75 táxis, gerando um “impacto económico superior a 600 mil euros na economia de Matosinhos”, como anunciado em maio.

Adicionalmente, o executivo liderado por Luísa Salgueiro possibilitou ainda o alargamento das esplanadas e a ocupação parcial dos passeios adjacentes aos estabelecimentos de restauração e promoveu iniciativas gastronómicas de apoio ao setor da restauração. Entre elas, o bem conhecido “Degustar Matosinhos”, um programa que, inclusive, se mantém ativo e dedica, durante o mês de fevereiro, a sua segunda edição ao marisco, uma iguaria incontornável do concelho.

Em junho, os efeitos da pandemia na cultura levaram a Câmara de Matosinhos a destinar uma parte do Fundo de Emergência Municipal, na sua vertente de apoio ao associativismo cultural, para proteger a atividade cultural e minimizar os prejuízos sofridos. A concurso esteve um subsídio, entre os 1000 e os 1500 euros, que abrangeu as associações com fins lucrativos e as pessoas coletivas ou singulares que apresentaram, em 2020, um volume médio de faturação mensal não superior a 12.500 euros.

Mas, a preocupação municipal foi muito além de questões monetárias e privilegiou, também, a saúde mental dos seus munícipes, oferecendo-lhes “cultura” sob as mais diversas formas. Uma delas, recorde-se, chegou a casa dos munícipes através de um serviço de empréstimo de livros ao domicílio, com entrega em todo o concelho.

Em causa esteve mais uma iniciativa inovadora, implementada numa altura em que milhares de portugueses estavam confinados e a necessitar de ocupar as suas “horas livres”. Os livros das Bibliotecas Municipais eram entregues “dentro de embalagens de plástico” e, depois de devolvidos, ficavam em quarentena, pelo período de 48 horas, em “locais destinados para o efeito”.

Os apoios aos matosinhenses passaram, ainda, pela rápida instalação de centros de testagem e vacinação no concelho e pela testagem gratuita à população em unidades móveis que, ao fim de semana, percorriam as várias ruas do concelho, e, no verão, estavam, inclusive, nas zonas balneares, permitindo, assim, a realização de testes a toda a população.

Além disso, a autarquia não esqueceu também os empresários e lançou o programa “Matosinhos apoia!”, inserido no Fundo de Emergência Municipal, batalhou ao lado do e pelo comércio tradicional do concelho, promovendo uma série de iniciativas de apoio à retoma deste setor, como os concursos “Primavera em Matosinhos” e “Natal em Matosinhos”, e esteve sempre ao lado das famílias, seja através de apoios no que respeita ao arrendamento, ao ensino superior como aos idosos em condições de vulnerabilidade social, através do programa “Chave de Afetos”.

E, mesmo em tempos difíceis, com a pandemia a assombrar tantos planos, a Câmara Municipal de Matosinhos não descurou de outros tantos projetos, essenciais no concelho. Inaugurou projetos de requalificação de grande destaque, como a Piscina das Marés, criou uma réplica da placa evocativa de António Nobre, em Leça da Palmeira, e procedeu também à restauração do conjunto escultórico “António Nobre e as Musas”, junto ao Farol da Boa Nova, da autoria do escultor Salvador Barata Feyo.

O município viu ainda a plataforma “Matosinhos AYR”, desenvolvida em parceria com o CEiiA, ser selecionada para o programa “Impact Challenge on Climate”, desbravou novidades para os peregrinos que passam pelo concelho de Matosinhos, colocando sinalética direcional no traçado alternativo ao caminho pela Orla Costeira e decorando os postos de turismo com imagens de vieiras, que associam o território matosinhense a Santiago de Compostela, e continuou a promover o concelho além-fronteiras.

Um ano desafiante, à semelhança do de 2020 e do que se espera voltar a acontecer este ano, mas que Matosinhos soube vencer e enaltecer.

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