Recheio

Mais de 50% dos alunos portugueses vão de carro com a família para a escola

Mais de 50% dos alunos portugueses vão de carro com a família para a escola

Os dados são do Observador Cetelem, que, na semana em que milhares de alunos iniciaram o regresso às aulas, divulgou um estudo sobre quais serão as formas de transporte dos estudantes nas suas deslocações para a escola, de acordo com os seus encarregados de educação.

Mais de metade dos indivíduos (53%) revelou que vai optar por levar os estudantes à escola de carro (mais seis pontos percentuais que em 2019) e que 31% vai deslocar-se a pé.

Os transportes públicos são também uma escolha para 21% dos inquiridos, seguida dos transportes contratados (5%) e de scooters/motas (0,4%).

“Os dados permitem observar que há mais estudantes que se deslocam de carro com a família entre os que estão no ensino pré-escolar, e no 1º e 2º ciclos (76%, 66% e 56% respetivamente). No 3º ciclo, há uma maior repartição entre estudantes que vão a pé (37%), de carro com a família (36%) e de transportes públicos (27%). Já no ensino secundário observa-se que 47% utilizarão transportes públicos, 32% de carro e 32% a pé”, assinala o comunicado enviado pelo Observador Cetelem às redações.

O inquérito, realizado a um total de 530 encarregados de educação, desvendou ainda que a deslocação de carro com a família é relevante para 49% dos alunos, mas representa praticamente metade dos que frequentam o enviado privado (76%). 

Entre alunos do ensino público, destaca-se também a preferência pela deslocação a pé (34%) e a utilização de transportes públicos (23%) – opções que registam apenas 9% e 5%, respetivamente, entre encarregados de educação dos alunos do ensino privado. Estes irão deslocar-se também em transporte contratado especificamente para os alunos (17%).

O automóvel é, assim, o tipo de transporte mais utilizado em todo o país, destacando-se particularmente na Grande Lisboa (65%) e na região Sul do país (55%). Na região do Grande Porto, o automóvel também é o modo de transporte preferido (52%), seguido das deslocações a pé (29%).

Na região Norte e na região Centro há um maior equilíbrio entre as várias opções – deslocações de carro (45% e 46%), a pé (34% e 23%) e de transportes públicos (27% e 23%).

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