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Lulu no palco do Teatro Carlos Alberto

Lulu no palco do Teatro Carlos Alberto

Até 30 de junho, o Teatro Carlos Alberto (TeCA) recebe “Lulu”. Aqui, as obrigações morais e sociais “quebram-se”.

“Aqui estou eu!”, diz-nos ela logo de início, e a partir deste ponto de exclamação, que sinaliza uma urgência, podemos começar a contar uma história de duas obsessões. A do dramaturgo Frank Wedekind, que começou por compor esta “monstruosa” tragédia em 1892 e nela trabalhou anos a fio, num tumulto de versões e reescritas e a do encenador Nuno M Cardoso.

De facto, este espetáculo encerra um ciclo de reflexão tendo por base a dramaturgia alemã – iniciado com “Gretchen”, de Goethe (2003), e “Emilia Galotti”, de Lessing (2009) – que Nuno M Cardoso tem vindo a fazer sobre a representação (difícil) da mulher.

 

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“É uma peça sobre sexo, dinheiro e violência. Lulu é a história profética do capitalismo”, escreveu o dramaturgo num ensaio – e a poesia elegíaca mas esperançosa de Paul Celan, o poeta de “a morte é uma flor que só abre uma vez”…

Refira-se que para esta quinta-feira, dia 14 de junho, está agendada uma conversa pós-espetáculo com encenador e atores. A récita de 17 de junho inclui tradução em Língua Gestual Portuguesa (LGP).

“Lulu” está em cena no TeCA até 22 de junho, regressando novamente ao palco de 27 a 30 desse mês: quarta-feira e sábado, às 19h; quinta e sexta-feira às 21h; e domingo às 16h.

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