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Investir em ETF’s: uma alternativa viável e segur

Investir em ETF’s: uma alternativa viável e segur

Depois da fusão da Bolsa de Derivados do Porto com a Bolsa de Valores de Lisboa e a sua posterior aquisição pela Euronext, poder-se-ia pensar que a Invicta perdeu autonomia no que respeita a infraestruturas próprias de investimento nos mercados financeiros. Todavia, o ‘desaparecimento’ da Bolsa de Derivados deu-se já numa época em que despontava a internet, uma ferramenta que viria transformar a economia e a sociedade. Hoje em dia, qualquer pessoa tem a possibilidade de investir em diversos formatos, com diferentes objetivos e graus de risco, e com menor dependência de intermediários. O investimento em ETFs é um desses formatos, revelando-se como um dos mais seguros.

O que é um ETF?

Um ETF (“Exchange Traded Fund”) é um veículo de investimento aberto a pequenos investidores (e não apenas a hedge funds ou a investidores institucionais) e que está exposto, tipicamente, a vários mercados. O risco é diminuído através de uma filosofia traduzida no ditado popular que manda “não pôr os ovos todos no mesmo cesto”. Um fundo deste género pode investir em ações de várias empresas e setores, esperando compensar possíveis perdas de umas com ganhos noutras. Nada diz que se deverá limitar a ações; pode conjugar esse investimento com outros, como em commodities, divisas ou obrigações. Os investidores, ao comprarem unidades do fundo, investem como se comprassem ações do mesmo – sendo que o seu rendimento será proporcional ao investimento que fizerem.

Os ETF’s não são propriamente uma novidade. Afinal, já há mais de uma década que o prestigiado jornal Público mencionava que “pequenos investidores também apostam”, referindo-se ao crescimento dos ETFs e da sua aceitação junto do mercado. A diferença é que agora, com as modernas apps de trading, investir em ETF’s tornou-se bastante mais simples.

Quais são os melhores ETFs para investir?

Uma das primeiras e mais básicas regras que qualquer guia para investidores apresenta é que o investidor deve apostar em algo em que acredite, que o deixe entusiasmado e com o qual se sinta confortável. Há uma outra regra que manda, claro, jogar pelo seguro e desconfiar quando as margens de lucro prometidas parecem muito altas. Mas até os famosos investidores do programa televisivo norte-americano Shark Tank (que investem em empresas e em pessoas) referem que há sempre um elemento pessoal por parte de quem investe. Pode ser de conhecimento do setor ou área de atividade, pode ser uma crença, mas é sempre algo que vai além dos meros cálculos financeiros.

Os melhores ETFs para investir poderão ser, para quem acompanhar as novidades tecnológicas, aqueles que se especializam em ações de empresas deste setor, das gigantes aos unicórnios. Alguns são conhecidos pelo seu baixo nível de volatilidade, reforçado pela dispersão da aplicação financeira. Outros não “fazem a coisa por menos” e dedicam-se apenas às empresas do famoso índice SP 500. Outros ainda apontam principalmente a empresas do setor do lazer e do entretenimento, confiantes em como será algo resistente a todo o tipo de crises. A escolha cabe ao investidor.

Que ferramentas existem para investir em ETFs

O desenvolvimento da internet trouxe novas ferramentas, sob a forma de serviços online (em formato de app móvel ou no computador), que simplificam o ato do investimento e a gestão de carteira. A eToro é um dos exemplos mais conhecidos. Estas aplicações trouxeram o conceito de “social trading”, na medida em que os investidores podem seguir-se mutuamente, compartilhar sugestões e dicas e até formar conceitos integrais de como investir a partir do feedback da comunidade. Mesmo quem não queira “imitar” integralmente o comportamento dos “influencers” destas redes tem certamente algo a aprender, nem que seja porque as apps vieram trazer uma dinâmica própria ao trading. E para investir em ETF’s são certamente a ferramenta mais prática.

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