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Investigadores do Porto desenvolvem projeto que permite detetar doença de Alzheimer precocemente

Investigadores do Porto desenvolvem projeto que permite detetar doença de Alzheimer precocemente

Uma equipa de investigadores do Porto está, há mais de seis anos, a desenvolver um projeto, de seu nome Neuro SDR, que permite detetar um diagnóstico da doença de Alzheimer, mesmo não existindo sintomas.

Liderada pela Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica no Porto, em colaboração com o Hospital de São João, as faculdades de Medicina e de Engenharia da Universidade do Porto e o Instituto Politécnico de Bragança, a tecnologia já foi testada em 38 pacientes do serviço de neurologia do São João.

Com o Neuro SDR, os investigadores acreditam que será possível “contornar a difícil deteção desta tecnologia, aperfeiçoar algoritmos e desvendar o desenvolvimento da doença em diagnósticos primeiramente inconclusivos”.

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“Um diagnóstico precoce abre portas para melhores resultados ao nível das terapias, mas também constitui um poderoso auxiliar em questões relacionadas com a salvaguarda da integridade pessoal e financeira dos portadores de Alzheimer, assim como em assuntos relacionados com profissões de risco e cartas de condução, por exemplo”, indicou Pedro Miguel Rodrigues, investigador do Centro de Biotecnologia e Química Fina da Escola Superior de Biotecnologia da Católica no Porto.

Segundo informações avançadas, a solução criada “incorpora um algoritmo de Inteligência Artificial com uma capacidade de precisão de diagnóstico a rondar os 98% para casos assintomáticos e/ou precoces da doença”.

“Estamos numa fase em que precisamos de parceiros para conseguirmos que o protótipo saia do laboratório e possa ser disponibilizado em larga escala”, finalizou o investigador.

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