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INESC TEC e EDP juntam-se para melhorar desempenho energético dos edifícios

INESC TEC e EDP juntam-se para melhorar desempenho energético dos edifícios

Um novo conceito para aumentar a flexibilidade do modelo de contratos de desempenho energético está a ser desenvolvido pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC) e pela EDP CNET, juntamente com outros cinco parceiros internacionais.

Em causa está o projeto europeu “AmBIENCe” – Active Managed Buildings with Energy Performance Contracting -, que vai apoiar proprietários e investidores de edifícios na promoção de conforto e poupança energética, com recurso a uma plataforma que promove a gestão ativa de consumos.

Segundo adianta o comunicado enviado à VIVA!, esta plataforma pretende aplicar o conceito de Contratos de Desempenho Energético, ainda muito embrionário em Portugal, e que surgiu no século passado com a crise petrolífera de 1970. Estes contratos envolvem uma Empresa de Serviços Energéticos (como a EDP, por exemplo) que disponibiliza vários serviços,como financiamento e garantias de desempenho e poupança energética e um gestor ou proprietário do edifício.

O “AmBIENCe” conta com dois parceiros portugueses no desenvolvimento de novos modelos de negócio e um novo conceito de Contratos de Desempenho Energético, “assente na flexibilidade e na gestão de consumos, com benefícios para proprietários e utilizadores de edifícios, bem como para os investidores”. 

Além de fomentarem o investimento na modernização e inteligência dos seus edifícios , como por exemplo em revestimento, sistemas energéticos, instalação de painéis fotovoltaicos e/ou de pontos decarregamento de veículos elétricos, estas soluções vão permitir-lhes “ter um papel mais ativo e atuar de uma forma mais eficiente na redução dos consumos energéticos, sem que com isto prejudiquem o seu nível de conforto”.

A solução AmBIENCe está a ser testada em Portugal e na Bélgica e estende o conceito de Contratos de Desempenho Energético a diferentes tipos de edifícios, como de serviços, comerciais, residenciais, sendo que estes últimos, não são contemplados nos modelos atuais, lê-se na nota divulgada.

O projeto, com uma duração prevista de dois anos e meio, conta com um investimento global de 2 milhões de euros financiado pelo programa de investigação e desenvolvimento da União Europeia Horizonte 2020.

O consórcio é formado por sete parceiros de quatro países diferentes: VITO/ EnergyVille , BPIE e Energinvest (Bélgica); ENEA (Itália); IK4 (Espanha) e  INESC TEC e EDP CNET (Portugal).

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