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Helena Kendall lança álbum de estreia “Prefácio”

Helena Kendall lança álbum de estreia “Prefácio”

A jovem cantautora portuense Helena Kendall, conhecida pela sua participação no Festival da Canção, em 2017, acaba de lançar o seu primeiro álbum de originais. Intitulado “Prefácio”, o disco de estreia foi gravado no estúdio do músico Miguel Araújo, que participa com um dueto, e contém onze canções sobre “histórias e lugares que não deixam ninguém indiferente”.

“Comecei por ir gravar um single no estúdio Elétrico, no Porto. Era para ser só um fim de semana e duas canções, se a primeira corresse bem. O Mário Barreiros veio tocar bateria e o Pedro Castro baixo elétrico. Acabámos por gravar não um, mas cinco temas, e o bichinho do disco instalou-se. Cheguei a casa depois da última sessão e fui acabar as músicas que tinha guardadas na gaveta”, revelou, num comunicado enviado à VIVA!, da qual foi figura de destaque na edição de dezembro de 2019 e onde antecipou algumas linhas deste novo disco.

A gravação do álbum foi possível graças a uma campanha de crowdfunding “bem sucedida” e contou com o apoio de vários músicos, entre eles Sérgio Marques (baixo), Bruno Oliveira (bateria), João Gusmão e João Mascarenhas (teclas). “João Martins foi o responsável pelos arranjos de sopros e Miguel Araújo contribuiu com voz, guitarras, ukeleles, banjo e outros instrumentos”.

As ilustrações de Ana Miranda dão vida às canções, que transmitem os pensamentos mais primários, desde a alegria à solidão. “Difícil foi escolher quais é que fariam parte do álbum e porquê. O que é que as unia, o que é que tornava esse conjunto de canções especial? Entre a autobiografia e as histórias, descobri a semelhança: a mensagem. De uma forma mais ou menos consciente, nenhuma das onze canções se trata só de uma simples história, mas sim de uma ideia ou um pensamento. Da solidão à alegria, estavam ali os meus pensamentos mais primários”, explicou.

Passados alguns meses e “uma busca pelos músicos certos”, onde se juntaram Sérgio Marques (baixo), Bruno Oliveira (bateria) e João Mascarenhas (teclas), só faltava um estúdio onde a jovem se sentisse em casa. Segunda conta, a sorte caiu-lhe no colo quando se cruzou com Miguel Araújo, que tinha acabado de inaugurar o seu novo estúdio. “Mudei-me para lá por quinze dias. Aos que trouxe comigo, juntaram-se o João Gusmão nas guitarras a Joana Almeirante e o Tiago Simães nos coros. O João Martins fez arranjos, chamou a malta dele e gravaram madeiras e metais. A cereja no topo do bolo foi ter o Miguel a gravar guitarras, ukuleles e banjos e ainda ter participado com um dueto, “«Vou-me Embora»”.

Este é, assim, o primeiro álbum de originais da artista. A primeira canção, lançada em outubro de 2018, foi “Maria Rapaz”, cujo videoclip foi realizado por Margarida Sá Coutinho.

Os livros sempre fizeram parte da minha vida, mas nunca fui pessoa de ir espreitar a última página para ver como acaba. Este disco é o prefácio da minha carreira”, resume.

O novo disco, disponível nas plataformas digitais e em formato físico em helena-kendall.com é o prefácio de uma carreira que já se releva promissora.

Recorde aqui a conversa da VIVA! com a cantautora portuense.

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