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Junta da Galiza

Governo prevê concluir em 2019 molhe de abrigo do Portinho de Angeiras

Governo prevê concluir em 2019 molhe de abrigo do Portinho de Angeiras

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A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, anunciou que o molhe de abrigo da zona piscatória do Portinho de Angeiras, em Matosinhos, deverá estar concluído em meados de 2019.

“Na sexta-feira aprovámos o projeto e lançamento do concurso público para a construção do molhe, a Declaração de Impacte Ambiental (DIA) também está aprovada e temos financiamento, portanto, já está tudo”, disse, durante a cerimónia de inauguração do posto de controlo e transferência de pescado e do canal e rampa de acesso à zona piscatória do Portinho de Angeiras.
Reforçando que o molhe, com cerca de 448 metros de comprimento e em que será instalado um farolim, estará concluído em meados de 2019, a governante realçou que esta “obra importantíssima” para os pescadores ambiciona criar melhores condições de abrigo e segurança.
A reabilitação do porto de controlo e registo de pescado, intervenção que começou em maio, possibilitou a modernização do edifício existente e dos equipamentos, a substituição da cobertura em fibrocimento, a requalificação de todos os vãos das fachadas, novos revestimentos interiores e novas redes de águas, esgotos, elétricas e comunicações.
O objetivo desta obra foi melhorar as condições de manipulação, acondicionamento e venda de pescado, instalando equipamentos para a higienização de pessoas, produção e armazenamento de gelo e pesagem de peixe.
Já o aprofundamento do canal de acesso à zona piscatória, que arrancou na mesma altura, melhorou as condições de trabalho e segurança na operação no caneiro natural de acesso à área e varagem na praia.
O investimento total no Portinho de Angeiras é de 4,7 milhões de euros, financiado pelo Programa Operacional Mar 2020.
Além disso, a ministra do Mar anunciou que Angeiras já tem mercado próprio, que agora ganha a vertente de venda.
Acompanhando o investimento do Governo, a presidente da Câmara de Matosinhos, Luísa Salgueiro, adiantou que estão a ser feitas obras de melhoramento no mercado custeadas pelo município.
Angeiras é uma comunidade piscatória tradicional, sendo a pesca ou as atividades relacionadas fontes de emprego e de rendimento das famílias.

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