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Gondomar compromete-se a reduzir emissões de CO2 em 40% até 2030

Gondomar compromete-se a reduzir emissões de CO2 em 40% até 2030

O município de Gondomar acaba de assumir o compromisso de se tornar uma “cidade descarbonizada e resiliente”, onde “os cidadãos têm acesso a energia segura, sustentável, acessível e renovável”. 

A decisão surge no seguimento da adesão do município ao “Pacto de Autarcas para o Clima e Energia”. Entre os principais objetivos a alcançar está a “redução das emissões de Gases com Efeito de Estufa (GEE) em, pelo menos, 40% até 2030”. 

Citado no comunicado divulgado, José Fernando Moreira, vereador do Ambiente, salientou que os “os riscos climáticos atuais e os cenários futuros diagnosticados para o município de Gondomar, até ao final do século, associados a cheias ou inundações e temperaturas excessivas”, motivaram a decisão em causa. O compromisso passa pela “reestruturação da gestão territorial, com vista ao aumento da resiliência e minimização de prejuízos humanos, materiais e ambientais”. 

Para o município, a adesão ao Pacto de Autarcas assume-se como um “compromisso ambicioso e inédito”, uma vez que “a maioria das medidas adaptativas, representam um esforço financeiro no presente, o qual só terá resultados no futuro”. 

Recorde-se que o Pacto de Autarcas para o Clima e Energia é uma iniciativa da Comissão Europeia, lançada em 2015, que reúne autoridades comprometidas com a implementação dos objetivos da União Europeia para o clima e energia nos respetivos territórios.  

De forma a garantir o cumprimento das metas, Gondomar está também a preparar um Plano de Ação para a Energia Sustentável (PAES) e um Plano Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas (PMAAC) em colaboração com a Agência de Energia do Porto (AdEPorto). 

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