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Gaia encerra 2021 com saldo positivo de 14 milhões

Gaia encerra 2021 com saldo positivo de 14 milhões

A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia encerrou o ano transato com um “resultado líquido positivo de 14.385 milhares de euros”, o que representa um acréscimo de mais de 10 milhões em comparação a 2020.

A informação foi avançada pelo município liderado por Eduardo Vítor Rodrigues, depois de aprovado o “Relatório de Atividades e Conta de Gerência de 2021”, com oito votos a favor e dois contra.

“O resultado líquido de 2021 revela uma significativa recuperação face ao ano anterior, cujo valor apurado de 3.716,8 milhares de euros foi o reflexo de um ano atípico, decorrente da alteração de normativo contabilístico, com impacto direto nos gastos do período, assim como através do aumento dos gastos decorrentes do estado pandémico vivenciado”, explica.

Na mesma nota, a autarquia adianta ainda que as contas do último ano revelaram também um “aumento de 13,9% da receita total, para 197 milhões de euros, enquanto o grau de execução é de 83,8%”.

“Ao longo dos três anos anteriores, as taxas de execução orçamental ficaram acima da fasquia dos 85%”, enquanto “em 2021, o grau de execução orçamental da receita cifrou-se em 83,8%”, prossegue.

As receitas correntes constituem a maior fatia do total das receitas (77,13%), enquanto as receitas de capital correspondem a 13,03%.

No que respeita à receita fiscal, a Câmara de Gaia indica que se verificou um “aumento de 15,3%, ascendendo a cobrança de 2021 a 99,8 milhões de euros, comparado com os 86,6 milhões registados em 2020”. O aumento em causa tem por base o “aumento de investimento que se tem verificado em Gaia”.

Por sua vez, as despesas de funcionamento terão apresentado, em 2021, um “decréscimo de 1,18% e com um peso relativo de 48,22%”, representando um valor de 81,5 milhões de euros. Já o investimento global correspondeu, no ano passado, a mais de 83% do investimento direto e 16,58% a transferências de capital.

“O serviço da dívida [valores que refletem gastos inerentes a juros e amortizações de capital decorrentes de financiamentos bancários] tem vindo a perder importância relativa, apresentando um peso de 11,71% em 2021, enquanto em 2018 estes encargos representavam cerca de 24,11% da despesa total”, completa a nota divulgada pelo município.

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