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Frio pede “cuidados especiais” com a pele

Frio pede “cuidados especiais” com a pele

Janeiro costuma estar associado ao mês mais frio do ano e em 2022 não está a ser exceção. O ano começou com temperaturas baixas, que se estão a fazer-se sentir, em particular, esta semana em Portugal continental, com as temperaturas a oscilarem entre os -4 e os 14/15 graus.

O tempo frio e seco que se tem feito sentir está, de acordo com a meteorologista do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Maria João Fraga, relacionado com a “existência de um bloqueio anticiclónico que impede a progressão normal nesta altura do ano das ondulações frontais associadas a depressões que vêm do Atlântico”.

Tendo em conta a previsão meteorológica é necessário que a população adote alguns “cuidados especiais” com a pele, particularmente afetada durante o período de inverno. O frio deixa-a “vermelha” e seca e, mas os especialistas indicam que uma “mudança de hábitos na rotina diária” pode fazer toda a diferença.

A primeira recomendação, de acordo com O Sapo, passa, assim, pela utilização de “roupas apropriadas, confortáveis e não irritantes”, que aqueçam a pele. Deve ser utilizada uma camada de roupa mais leve, seguida de peças mais pesadas e quentes, como casacos e cachecóis.

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É igualmente importante assegurar uma boa hidratação da pele, utilizando sempre, antes de sair de casa, um “protetor solar de amplo espectro com FPS 30 ou superior com resistência à água e ingredientes hidratantes” e aplicar creme hidratante nas mãos após cada lavagem. Se este já era um “conselho chave” na proteção da pele contra a frio, a sua importância reforçou-se ainda mais com a utilização constante de gel desinfetante nos últimos dois anos.

Adicionalmente, é fundamental que os cidadãos comam bem e se mantenham hidratados. “Evite alimentos processados e açúcares e coma alimentos integrais ricos em vitaminas, minerais e ácidos gordos essenciais pois isso irá manter o corpo e a pele saudáveis”, lê-se na publicação, que refere ainda que tanto no banho como na lavagem das mãos devem ser utilizadas “temperaturas mais baixas”.

Esta recomendação acontece porque, como justifica, a água muito quente tem tendência a deixar a pele seca.

Os cuidados devem estender-se ainda à casa, que deve estar com “uma temperatura fresca e confortável para evitar que a pele seque ainda mais”. Além disso, de forma a “restaurar a humidade do ar” e ajudar a uma melhor hidratação da pele, pode também ser essencial a utilização de “um humidificador”.

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PD- Revista Sabe bem