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Fim das reformas antecipadas aumentará despedimentos

Fim das reformas antecipadas aumentará despedimentos

“As principais alternativas vão ser o despedimento coletivo ou a manutenção de trabalhadores em excesso, o que penaliza a competitividade das empresas”, alertou, em declarações à Lusa.
As empresas públicas de transportes são exemplos de entidades que poderão enfrentar dificuldades, já que o Plano Estratégico de Transportes do Governo prevê a dispensa de milhares de trabalhadores de empresas como CP, Carris, REFER, Metro ou EMEF. Segundo José Manuel Oliveira, responsável pelo setor dos transportes na CGTP, muitos trabalhadores só aceitam sair porque estão perto da idade de solicitar a reforma antecipada. “Com o fim das reformas antecipadas haverá menos disponibilidade para saídas amigáveis. Abriu-se a porta para haver despedimentos coletivos”, apontou.
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