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Festival Circular de Vila do Conde começa na sexta-feira

Festival Circular de Vila do Conde começa na sexta-feira

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Da dança contemporânea à música, do teatro à performance, passando por exposições e cinema, a 10ª. edição do Circular Festival de Artes Performativas de Vila do Conde, que se realiza até 4 de outubro, percorre diferentes áreas artísticas e formatos de apresentação, afirmando o carácter transdisciplinar e experimental que singulariza o festival.

O evento, que vai ser “marcado por várias novidades na sua programação e pelas parcerias artísticas”, começa na sexta-feira, às 21h30, no Auditório Municipal, com o concerto “Workers Union in a Popular Context are Coming Together” resultado de uma parceria entre o Drumming Grupo de Percussão e a Academia de Música S. Pio X.
“Com o objetivo de desafiar as diretrizes académicas praticadas nas escolas de música, este projeto integra várias obras de matiz inconformista e de luta da classe trabalhadora”, esclarece o gabinete de imprensa do festival.
No âmbito da iniciativa, a Solar Galeria de Arte Cinemática acolhe a exposição “Foreign Grey” de Tatiana Macedo, que “resulta da oportunidade em confrontar diferentes realidades através da fotografia e vídeo a partir de uma viagem de trabalho a Pequim, na China”.
A mostra é inaugurada no sábado, às 19h00, e tem entrada livre.
Também no sábado, às 21h30, o Circular acolhe no Teatro Municipal de Vila do Conde, em estreia nacional, “Dub Love” de Cecilia Bengolea & François Chaignaud, uma peça “que tem merecido a atenção da imprensa especializada e tem sido bem recebido pelo público”, refere o comunicado da organização, esclarecendo que a apresentação “reúne três intérpretes em palco e um DJ que manipula a música dub”.
A noite de sábado termina com a festa de abertura do festival, “que conta com um DJ set de Cecilia Bengolea, Ana Pi e Jordann Santos, a partir das 23h59 no Cacau Café-Bar”.
“Retrospectiva” é uma das novidades do Festival, que revisita dois trabalhos realizados a partir de encomendas do Circular em edições anteriores: a exposição da peça “IKEA das Rendas” de Alejandra Salinas e Aeron Bergman, no Museu das Rendas de Bilros (26 de setembro a 31 de outubro) e o filme “Curso de Silêncio”, rodado em Vila do Conde na 3ª. edição do evento, em 2007, pela coreógrafa Vera Mantero e o cineasta Miguel Gonçalves Mendes. A fita será apresentada a 4 de outubro, às 17h00, no Teatro Municipal de Vila do Conde.
No domingo, dia 28 de setembro, o Circular vai até ao Porto, mais precisamente à rua do Almada, 277, com a apresentação de “Philatélie”, da Mala Voadora, às 17h00.
O mesmo espaço acolhe, a 2 de outubro às 21h30, “Comunidade” de Luiz Pacheco por Maria Duarte, Gonçalo Ferreira de Almeida e João Rodrigues.
De regresso a Vila do Conde, o Circular apresenta, a 3 de outubro, duas peças no Auditório Municipal: “Nem tudo o que fazemos tem de ser dito, nem tudo o que dizemos tem de ser feito” de Cláudia Dias (às 21h30) e o concerto/ performance “Circular” de Diana Combo e Filipe Silva (Group Mind, às 23h00).
No dia 4 de outubro, o encerramento do festival é marcado pelo lançamento da publicação “10 encomendas – Circular Festival de Artes Performativas” (às 16h00, no Teatro Municipal) e “Modular”, de Vera Mota e Pedro Augusto, A.K.A. Ghuna X (19h00, Auditório Municipal). Segue-se, às 21h30, no Teatro Municipal, a “estreia absoluta” de “Trovoada”, de Luís Guerra.
Os preços das entradas para o Festival variam entre os cinco e os sete euros e meio.

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