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Europarque vai demorar dois anos a transformar-se numa marca da Feira

Europarque vai demorar dois anos a transformar-se numa marca da Feira

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Segundo Emídio Sousa, presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira (autarquia que assumiu, desde maio, a gestão do Europarque), o centro de congressos, conhecido como Europarque, levará dois anos a ser sustentável.

Emídio Sousa afirmou que “haverá um período inicial de investimento no Europarque, porque ele estava a precisar de algumas obras de conservação”, frisando acreditar que, “depois, esse equipamento será o ‘castelo’ do século XXI para Santa Maria da Feira”.
O autarca admite que assumir a responsabilidade pelos destinos do centro de congressos “não estava nas cogitações” do atual Executivo, mas defende que, tal como em tempos se combateu na Feira pela independência do território português, também o Europarque passará a ser um “instrumento de luta” na atual conjuntura. A diferença, explica, é que “hoje os combates não são de espada – são de economia, de desenvolvimento global”.
Até final de agosto de 2015, o Europarque registou uma receita de aproximadamente 160 mil euros e as expectativas da autarquia são agora de que, até 31 de dezembro, esse valor possa chegar aos 300 mil.
“Admitimos que nos próximos dois anos as receitas não cubram as despesas”, antecipa Emídio Sousa. “Mas daqui a três anos, dependendo da dinâmica a incutir no equipamento, o Europarque vai ter resultados positivos”, defendeu.

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PD- Revista Sabe bem