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Estudo conclui que empregadores valorizam mestrado e atividades extracurriculares

Estudo conclui que empregadores valorizam mestrado e atividades extracurriculares

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O estudo apresentado hoje no ISCAP conclui que os diplomados estão preparados para trabalhar e que os empregadores, que valorizam experiências extracurriculares e o grau de mestrado, reconhecem as suas capacidades.

O estudo “Preparados para Trabalhar?” foi levado a cabo pelo Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto (ISCAP), com apoio de fundos comunitários, e envolveu uma amostra de 6.444 alunos com uma média etária de 29 anos e que concluíram licenciatura (67%) ou mestrado (33%), 13 instituições de ensino de norte ao sul do país e 781 empregadores distribuídos a nível nacional.
“Em termos dos resultados gerais a grande questão é que eles [diplomados] estão preparados para trabalhar [e] têm também a noção das competências que os empregadores valorizam”, declarou à agência Lusa a coordenadora do estudo, Diana Vieira.
Segundo a investigadora, o estudo “mostra que vale a pena apostar no mestrado e não ficar só pela licenciatura”, não só pela inerente preparação e oportunidade de utilização das competências transversais e profissionais, mas também pela “própria facilitação no acesso ao mercado de trabalho”.
Quando comparados, os mestres mostraram, relativamente aos licenciados, uma “maior facilidade na inserção no mercado de trabalho e um maior desenvolvimento de competências”, referiu.
O estudo demonstrou também que os empregadores valorizam e veem as experiências extracurriculares dos candidatos como “algo distintivo” e vantajoso, nomeadamente se participarem no programa Erasmus, em associações de estudantes, grupos musicais ou desportivos.
Para Diana Vieira, os resultados do estudo, agora publicados em livro, mostram que o acesso ao mercado de trabalho depende não só do estudante, mas também das próprias instituições de ensino que devem criar mais estágios nas suas estruturas curriculares e dar um maior apoio aos alunos que “quando saem ficam muito tempo à espera de emprego”.
A investigadora diz ainda que cabe também aos empregadores “abrirem e aproximarem-se mais das instituições [de ensino] e aceitarem estagiários, mesmo que seja por três meses” e até aos políticos com “criação de emprego e ajuda à inserção profissional nesta fase da vida”.
A investigação mostrou ainda que a análise e a resolução de problemas é a competência que quer as empresas quer os licenciados consideram como mais importante para integrar o mercado de trabalho.

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