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Escolas de Enfermagem contestam integração nos politécnicos

Escolas de Enfermagem contestam integração nos politécnicos
Segundo defendeu o presidente da Escola Superior de Enfermagem do Porto, a medida seria um “retrocesso”, uma vez que as escolas pretendem, a médio prazo, ser integradas nas universidades onde já funcionam os doutoramentos em Enfermagem.

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As escolas superiores de Enfermagem do Porto, de Coimbra e de Lisboa vão hoje ao Parlamento afirmar que rejeitam a eventual integração nos institutos politécnicos, no âmbito da reforma da rede de ensino superior. Para as instituições, a medida, preconizada no documento que o Governo divulgou, em maio, com as linhas de orientação estratégica, representa um “retrocesso” num ensino que, a médio prazo, querem ver integrado nas universidades.
Em declarações à Lusa, o presidente da Escola Superior de Enfermagem do Porto, Paulo Parente, frisou que esta hipótese merece a sua “total oposição”, explicando que o objetivo traçado pelas escolas é o de virem a ser integradas nas universidades onde já estão a funcionar os doutoramentos em Enfermagem. “Temos de alargar os doutoramentos e nos politécnicos não há doutoramentos”, sublinhou.

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